- O The Economist analisou 1,4 milhões de emails nos Ficheiros Epstein e classificou o conteúdo numa escala de 1 a 10 pelo seu grau de perturbamento.
- Cerca de 1.500 mensagens foram consideradas muito perturbadoras, sugerindo uma extensa rede de tráfico sexual.
- A análise indica que Jeffrey Epstein teve vários cúmplices a ajudar nos crimes.
- Além dos cúmplices, existem abusadores entre as pessoas envolvidas.
- As identidades das pessoas envolvidas permanecem protegidas.
Milhares de emails entre Epstein e destinatários não identificados sugerem a existência de cúmplices nos crimes cometidos pelo acusado. A análise aponta para uma rede associada a tráfico sexual.
O The Economist examinou 1,4 milhões de emails documentados nos Ficheiros Epstein, utilizando um modelo de linguagem de grande escala para a classificação do conteúdo. A seleção foi feita de forma sistemática.
Cada mensagem recebeu uma pontuação numa escala de 1 a 10, consoante o grau de perturbador para os leitores. Cerca de 1500 emails ficaram classificados como bastante perturbadores.
Detalhes da análise
Os dados indicam a presença de uma vasta rede de tráfico sexual, apoiada por vários cúmplices e abusadores. As informações sugerem que o funcionamento da rede era sustentado por diferentes intervenientes.
As identidades de quem recebeu ou enviou os emails permanecem protegidas, o que impede a identificação de indivíduos específicos no decorrer da investigação.
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