- Mariana Fonseca, de 29 anos, ex-enfermeira, condenada a 23 anos de cadeia pelo homicídio de Diogo Gonçalves no Algarve em 2020, foi detida na Indonésia.
- O processo de extradição ainda não começou; a detida continua em Jacarta e não houve audiência nem data marcada para a diligência.
- O andamento da extradição pode prolongar-se por meses ou anos, dependendo do processo judicial.
- Ela entrou na Indonésia com visto de trabalhadora, não podendo ser deportada, e a decisão final está sujeita a recurso.
- Mariana disse que vai opor-se à extradição e não pretende regressar a Portugal para cumprir a pena.
O processo de extradição de Mariana Fonseca, ex-enfermeira condenada a 23 anos de cadeia pelo homicídio de Diogo Gonçalves no Algarve, em 2020, ainda não começou na Indonésia. A detenção ocorreu na semana passada, quando a mulher de 29 anos estava a fugir a Portugal.
Segundo o CM, Mariana permanece detida em Jacarta e ainda não foi apresentada a um juiz. Não existe uma data para a diligência, ponto de partida do processo de extradição, que pode prolongar-se por meses ou até anos.
Mariana havia sido absolvida em primeira instância, mas, em recurso, foi condenada a 23 anos de cadeia. Ao chegar a decisão final, já seguia um plano; quando a PJ recebeu os mandados de detenção, já estaria na Indonésia. Entrou com visto de trabalhadora, o que impede deportação imediata. O processo de extradição aguarda-se, com a defesa já a indicar oposição.
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