- A greve dos guardas prisionais na cadeia de Vale de Judeus começa nesta terça-feira e prolonga-se até 30 de abril.
- A greve é total, organizada pelo Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional, devido a alegações de falta de reforço de segurança após a fuga de cinco reclusos em setembro de 2024.
- Presos sem atividades ficam com o horário de pátio reduzido e permanecem nas celas 22 horas por dia.
- O número de visitas para todos os presos também é reduzido, passando a apenas uma visita por semana.
- A greve poderá implicar impactos em consultas médicas e deslocações a tribunal.
A greve dos guardas prisionais da cadeia de Vale de Judeus começa esta terça-feira e prolonga-se até ao dia 30 de abril. A paralisação é organizada pelo Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional e decorre após a fuga de cinco reclusos ocorrida em setembro de 2024.
Segundo o sindicato, a medida surge porque a segurança na prisão não foi reforçada desde esse incidente. O protesto é total e inclui atrasos e alterações significativas no funcionamento diário do estabelecimento.
A manhã de hoje ficou marcada pela imposição de regras mais restritivas para os presos com atividades nulas, que passam a passar 22 horas por dia nas suas celas, sem tempo de patío. A medida acompanha a redução de horários de atividades externas, já praticada em outros contextos prisionais.
Impacto nas visitas e nos serviços
A greve implica ainda uma redução do número de visitas: cada recluso passa a ter apenas uma visita semanal. O sindicato adianta que há consequências previstas para visitas a consultas médicas, acompanhamentos terapêuticos e audiências em tribunal. A direção da cadeia não confirmou detalhes adicionais sobre o planeamento operacional.
Entre na conversa da comunidade