- Mariana Fonseca, ex-enfermeira envolvida no homicídio de Diogo Gonçalves, estava legalmenteocipada na Indonésia e não haverá deportação.
- O processo de deportação já caiu, mantendo-a no país onde trabalhava num café há meses.
- Mariana vai ser presente a juiz, na Indonésia, pelo homicídio, com possibilidade de extradição.
- O inquérito aponta que o processo poderá demorar anos e ela opõe-se à extradição.
- O CM afirma que o procedimento de deportação não irá acontecer.
Segundo o CM, Mariana Fonseca, ex-enfermeira envolvida no homicídio de Diogo Gonçalves com a namorada, encontra-se com status legal na Indonésia, por isso não haverá deportação automática.
A acusada será apresentada a um juiz no país, no âmbito do homicídio, com possibilidade de extradição após o julgamento. O processo poderá, porém, arrastar-se por vários anos.
Mariana Fonseca foi detida na Indonésia, onde estava a trabalhar num café há meses, segundo a publicação. O caso envolve o homicídio que já lhe é atribuído.
A defesa indica que Mariana opõe-se à extradição, mantendo a perspetiva de cumprir eventual sentença no território indonésio. O andamento processual não está definido.
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