- A psicóloga Telma Sousa Almeida está a dirigir um estudo para perceber como os tribunais lidam com pessoas neurodivergentes, face à vulnerabilidade identificada no sistema de justiça.
- O projeto usa inquéritos online, entrevistas e discussões de grupo para conhecer a realidade e apontar soluções até ao final do ano.
- Durante anos, foram encaminhadas pessoas neurodivergentes para avaliação psicológica forense, o que mostrou lacunas de dados sobre o tema.
- A falta de dados impossibilitou compreender o problema a fundo e sugerir caminhos de melhoria.
- O estudo visa colmatar essa falha e fornecer evidências para orientar respostas mais adequadas até ao encerramento do ano.
A psicóloga Telma Sousa Almeida lançou um estudo para entender como os tribunais tratam pessoas neurodivergentes. O objetivo é conhecer a realidade atual e apontar caminhos até ao final do ano. A investigação usa várias metodologias para chegar a resultados fiáveis.
Durante anos, a investigadora contactou indivíduos encaminhados para avaliação psicológica forense. Identificou uma vulnerabilidade acrescida no sistema de justiça, provocada por falta de conhecimento e de respostas adequadas às especificidades neurodivergentes.
O estudo reúne inquéritos online, entrevistas e grupos de discussão para recolher dados e opiniões. A finalidade é mapear lacunas e sugerir soluções com base em evidências, contribuindo para práticas mais inclusivas nos tribunais.
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