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Mimi morta com tiro no peito durante discussão entre famílias em Viseu

Agressão entre famílias no Palácio do Gelo de Viseu resulta num tiroteio que tirou a vida a Josefa Canhoto Rosa; arguido permanece em prisão preventiva à espera de julgamento

'Mimi' foi morta a tiro no Palácio do Gelo em Viseu
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  • Em 27 de dezembro de 2024, Mimi (Josefa Canhoto Rosa) foi morta com um tiro no peito no Palácio do Gelo, em Viseu, durante uma discussão entre famílias.
  • O grupo incluía o companheiro de Mimi, uma irmã, um cunhado e três sobrinhas com idades de 5, 16 e 23 anos; o conflito envolveu também jovens e adultos das duas famílias.
  • O arguido, Jesus da Silva Monteiro, de 26 anos, foi buscar uma pistola 6,35 milímetros e regressou ao local para disparar contra os familiares de Mimi.
  • Mimi tentou defendê-la, tendo sido atingida no peito a cerca de um metro; houve novos disparos dirigidos aos familiares antes de o arguido fugir.
  • O suspeito entregou-se à Polícia Judiciária a 7 de janeiro; continua em prisão preventiva e é acusado de sete crimes de homicídio qualificado, detenção de arma proibida e condução perigosa.

O que aconteceu ocorreu no Palácio do Gelo, em Viseu, no dia 27 de dezembro de 2024. Josefa Canhoto Rosa, conhecida como ‘Mimi’, acompanhava o companheiro, uma irmã, um cunhado e três sobrinhas, quando houve uma discussão que escalou para agressões entre famílias.

A origem do confronto esteve numa disputa entre uma jovem de 16 anos e a mãe dela, após a irmã de Mimi recusar comprar-lhe um telemóvel. A tensão envolveu as duas famílias; homens trocaram agressões com uma barra metálica, ripas de madeira e uma pedra.

O arguido, Jesus da Silva Monteiro, 26 anos, rumou a Teivas buscar uma pistola 6,35 mm e regressou ao centro comercial. A vítima tentou defender os familiares; Mimi golpeou o agressor com uma bolsa, mas ele recuou e disparou contra Mimi, a cerca de um metro de distância.

Depois do disparo, o homem devolveu o tiro ao caminhar para o carro, atingindo ainda outros familiares de Mimi, até fugir. Ele esteve 11 dias em parte incerta, entregando-se à Polícia Judiciária do Centro a 7 de janeiro.

Encontra-se em prisão preventiva desde então, com julgamento marcado para esta quarta-feira no Tribunal de Viseu. O homem responde por sete crimes de homicídio qualificado: um na forma consumada, quatro na forma tentada a adultos e dois a menores. Também é acusado de detenção de arma proibida e de condução perigosa de veículo.

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