- Ariana Rosa estava grávida de 41 semanas quando a filha morreu durante a indução do parto, no Hospital Garcia de Orta, em Almada, em 2020.
- A médica e a enfermeira podem enfrentar acusação de homicídio por negligência, apresentada pelo Ministério Público.
- O caso envolve o momento de indução do parto e o desfecho fatal para o recém-nascido.
- Ariana Rosa afirmou que não há dinheiro que pague a morte da filha e pediu que as profissionais deixem de exercer.
Ariana Rosa, grávida de 41 semanas, viu o sonho de completar a gestação transformar-se num episódio de tragédia. A filha, que nascera em 2020, morreu durante a indução do parto no Hospital Garcia de Orta, em Almada. O episódio levou o Ministério Público a apresentar uma acusação por homicídio por negligência.
Segundo a acusação, a morte ocorreu no decurso de uma indução àquele parto, num quadro clínico crítico que motivou a intervenção de equipa médica e de enfermagem. A investigação observou falhas que podem ter impactado o desfecho da família.
O Ministério Público aponta responsabilidade a duas profissionais de saúde, uma médica e uma enfermeira, e sustenta que houve negligência que contribuiu para o óbito. Ainda não há decisão final da justiça.
Envolvidos e contexto
As alegadas falhas, segundo o MP, estiveram ligadas a procedimentos de monitorização, tomada de decisões e resposta a sinais de risco durante a indução. O caso faz parte de um processo já em curso, com as partes a aguardarem instruções judiciais.
Ariana Rosa mantém-se como parte interessada no processo, exigindo responsabilização. A defesa das profissionais argumenta pela análise técnica dos procedimentos efetuados, sem emitir juízos antecipados sobre o desfecho.
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