- O julgamento do casal acusado de manter os filhos presos em casa começa na terça-feira, em Oviedo, à porta fechada.
- Os pais são um homem alemão, de 53 anos, e uma mulher de 48 anos com dupla cidadania alemã e norte-americana; enfrentam penas que podem chegar a 25 anos de prisão.
- Estão acusados de violência psicológica no âmbito familiar, detenção ilegal e abandono da família; as penas somam até 25 anos e quatro meses.
- A detenção foi descoberta após uma denúncia de vizinho, em 28 de abril de 2025, quando três menores estavam presos durante quase quatro anos na chamada “casa dos horrores”.
- As crianças — gémeos de oito anos e um menino de dez — não frequentavam escola, viviam em ambiente insalubre e receberam assistência médica, sendo encaminhadas para um centro de menores; o julgamento ocorre a porta fechada devido à gravidade dos crimes.
O julgamento de um casal acusado de manter os filhos presos em casa começa na terça-feira, em Oviedo, Espanha. O processo decorre à porta fechada, devido à gravidade dos crimes imputados.
O pai tem 53 anos e é alemão; a mãe, de 48 anos, tem dupla cidadania alemã e americana. Ambos enfrentam penas que podem chegar a 25 anos e quatro meses de prisão, caso sejam condenados.
Os Crimes imputados são violência psicológica no âmbito familiar, detenção ilegal e abandono da família. A detenção ocorreu há quase quatro anos, à espera de um desfecho judicial.
A investigação começou após uma denúncia de vizinho, em 28 de abril de 2025. Ao entrarem na residência, as autoridades encontraram três menores sem escolaridade e rodeados de lixo.
As crianças eram gémeos de 8 anos e um rapaz de 10. A habitação, alugada desde outubro de 2021, apresentava condições insalubres e falta de higiene, segundo a polícia.
Medicação armazenada no interior era de grande quantidade; as crianças usavam fraldas e máscaras. Os agentes chegaram a pedir aos pais que colocassem uma máscara antes da entrada.
O local apresentava persianas fechadas e um odor intenso. Ao saírem, os meninos demonstraram entusiasmo ao tocar na relva, indicando terem ficado muito tempo em ambiente fechado.
Após a intervenção, as crianças receberam assistência médica e foram encaminhadas para um centro de menores. O tribunal decidiu manter o julgamento à porta fechada por causa da idade das vítimas.
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