- Pepe é uma das principais vítimas da rede associada à chamada «Operação Cinderela», após ter emprestado trezentos e vinte mil euros a um empresário do calçado.
- A garantia do empréstimo era uma hipoteca sobre uma vivenda de luxo em Oliveira de Azeméis; até hoje o dinheiro não foi devolvido.
- A casa já tem outro proprietário, o que levanta suspeitas de ocultação de património no esquema.
- O empresário Paulo Topa surge como principal arguido, com a acusação de que a rede usava mecanismos de insolvência para obter lucros, forjar créditos e dissipar património.
- Esta semana foram detidas dez pessoas — advogado, três administradores judiciais e seis empresários — sendo que Topa não foi detido, encontrando-se em prisão preventiva desde dezembro.
Pepe é uma das figuras lesadas pela rede de empresários associada à chamada Operação Cinderela, segundo o Jornal de Notícias. O antigo internacional português afirma ter sido alvo de um calote de 320 mil euros por parte de um empresário do setor do calçado, amigo pessoal, que foi detido pela Polícia Judiciária do Porto no âmbito de um alegado esquema de falências fraudulentas.
De acordo com o jornal, o jogador manteve a verba através de um empréstimo garantido por uma hipoteca sobre uma habitação de luxo em Oliveira de Azeméis. O acordo previa que o montante fosse pago até maio de 2025, mas o valor continua por receber. As autoridades suspeitam que a residência, que já tem outro proprietário, integra um esquema de ocultação de património da rede.
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A investigação, conduzida pela PJ, aponta para uma rede liderada pelo advogado Paulo Topa, com uso de mecanismos de insolvência para gerar ganhos. A PJ explicou que a atuação incluía a aprovação de planos de recuperação para favorecer devedores, suspendendo a ação dos credores e dissipando património.
Esta semana, foram detidas 10 pessoas, entre as quais um advogado, três administradores judiciais e seis empresários. Paulo Topa não foi detido, pois já se encontra em prisão preventiva desde dezembro, segundo as autoridades.
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O processo envolve alegações de crimes económicos, incluindo fraude, ocultação de património e aproveitamento de créditos simulados. Os depoimentos de testemunhas, incluindo Pepe, devem ocorrer no âmbito do inquérito, que continua em curso.
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