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Oficial de justiça julgado por dizer que magistradas eram lésbicas

Oficial de justiça enfrenta julgamento por alegada difamação de duas procuradoras de Viana do Castelo, ao dizer, em março de dois mil e vinte e três, que eram lésbicas

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Caso vai ser julgado no Tribunal de Vila Nova de Cerveira
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  • O Tribunal de Vila Nova de Cerveira iniciou, na terça-feira, o julgamento de um oficial de justiça acusado de difamar com calúnia duas procuradoras do Ministério Público de Viana do Castelo.
  • A acusação sustenta que, em março de 2023, o funcionário afirmou ter ouvido que as duas magistradas seriam lésbicas.
  • Diz ainda que alegou ter sido testemunha de alguém que viu uma magistrada despedir-se da colega com um beijo na boca.
  • A acusação afirma que as declarações teriam difamado as procuradoras, tornando-as alvo de boatos e juízos indevidos.

O Tribunal de Vila Nova de Cerveira iniciou, na terça-feira, o julgamento de um oficial de justiça do juízo local, acusado de difamar com calúnia duas procuradoras do Ministério Público de Viana do Castelo. A acusação sustenta que o funcionário afirmou ter recebido information sobre serem lésbicas.

Segundo a acusação, o caso ocorreu em março de 2023, quando o oficial de justiça terá contactado uma procuradora do Tribunal de Paredes de Coura. Alegadamente, admitiu ter ouvido de terceiros que aquela magistrada, e outra colega, seriam lésbicas.

A Procuradoria alega ainda que o arguido sustentou que uma pessoa lhe disse ter visto a procuradora despedir-se da colega com um beijo na boca. O processo tramita no âmbito do juízo local de Vila Nova de Cerveira, com o Ministério Público a sustentar os factos que avalizam a denúncia.

O julgamento envolve as alegações de difamação e calúnia contra as duas procuradoras, que não foram identificadas publicamente. O caso levanta questões sobre direitos, reputação profissional e limites da comunicação entre funcionários do sistema judiciário.

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