- Os advogados de Fernando Valente afirmam que Mónica Silva, a grávida desaparecida na Murtosa, pode ainda estar viva.
- Em resposta ao recurso do Ministério Público, que pediu a aplicação da pena máxima ao arguido, afirmam existir hipótese de ausência voluntária da mulher.
- Os defensores insistem para que o Tribunal da Relação do Porto mantenha a absolvição.
- Em julho do ano passado, Valente foi absolvido do crime de homicídio qualificado, aborto e profanação de cadáver.
- O tribunal de júri concluiu que não se provava nem a morte de Mónica Silva nem que tivesse ocorrido um homicídio pelo empresário.
Os advogados de Fernando Valente afirmam que a grávida desaparecida da Murtosa pode ainda estar viva. A declaração surge em resposta ao recurso do Ministério Público que solicita a aplicação da pena máxima ao arguido. O recurso foi apresentado no âmbito do processo em que Valente é acusado de homicídio.
Segundo a defesa, há hipótese de que Mónica Silva tenha saído por vontade própria e não tenha morrido. Os advogados pedem que o Tribunal da Relação do Porto mantenha a absolvição, rejeitando a leitura mais grave do caso.
Em julho do ano passado, Valente foi absolvido do crime de homicídio qualificado, aborto e profanação de cadáver. O tribunal de júri concluiu não haver prova suficiente de que Mónica Silva estivesse morta nem que tenha sido assassinada pelo empresário.
Contexto do veredicto
A decisão de júri baseou-se na avaliação de provas apresentadas ao longo do processo. A defesa sustenta que não existe evidência inequívoca de morte ou de intenção de ocultação de cadáver. O Ministério Público recorreu, visando uma pena mais grave caso a culpabilidade do arguido fique comprovada.
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