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Defesa de Pinto Moreira pede absolvição na Operação Vórtex

Defesa de Pinto Moreira pede absolvição total na operação Vórtex, alegando ausência de provas, sem escutas que o associem a pedido de dinheiro

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Joaquim Pinto Moreira
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  • A defesa de Joaquim Pinto Moreira pediu a absolvição total no julgamento da operação Vórtex, envolvendo o antigo presidente da Câmara de Espinho.
  • O ex-deputado é acusado de ter exigido cinquenta mil euros ao empresário Francisco Pessegueiro para favorecer projetos imobiliários em Espinho, entre 2020 e 2021.
  • A defesa afirma não existir qualquer escuta ou prova de que Pinto Moreira tenha pedido dinheiro ou que Pessegueiro o tenha oferecido, classificando o processo como um erro.
  • Sustenta ainda que não há provas de corrupção, referindo apenas uma declaração de Pessegueiro, negada pelo arguido, e que, durante o mandato como deputado, não cometeu crime.
  • No processo estão treze arguidos, incluindo Miguel Reis, ex-presidente da Câmara de Espinho, que é suspeito de ter recebido sessenta mil euros e móveis; as procuradorias propõem penas entre cinco e nove anos de prisão para dois ex-autarcas.

A defesa de Joaquim Pinto Moreira, antigo presidente da Câmara de Espinho, pediu a absolvição total no âmbito da operação Vórtex. O ex-Deputado é acusado de alegadamente ter exigido 50 mil euros a Francisco Pessegueiro para facilitar projetos imobiliários em Espinho, entre 2020 e 2021.

O argumento central da defesa é a ausência de provas que demonstrem a prática de crime. Não haveria qualquer gravação onde Moreira solicite dinheiro ou onde Pessegueiro o ofereça, e não existem testemunhas que comprovem o alegado comportamento ilegal. A defesa considera o processo mal elaborado e incompleto.

O advogado ressalta ainda que Pinto Moreira e Pessegueiro tinham contato limitado e que seria incoerente que o ex-líder autárquico exigisse recursos de alguém com quem mantinha relação distante. Segundo a defesa, não há provas de corrupção e as declarações de Pessegueiro são contestadas pelo arguido.

O processo envolve 13 arguidos, incluindo Miguel Reis, também ex-presidente da Câmara de Espinho. Reis é suspeito de ter recebido 60 mil euros e móveis. Os procuradores já solicitaram penas entre cinco e nove anos de prisão para os dois ex-autarcas.

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