- A defesa de um militar da Guarda Nacional Republicana (GNR) que se barricou na esquadra de Felgueiras pediu a libertação imediata, alegando que a condenação a treze anos de cadeia não transitou em julgado.
- O militar encontra‑se detido há mais de um ano e a libertação é solicitada enquanto o recurso não é decidido.
- O caso envolve uma condenação por alegadamente ter disparado contra um colega durante o incidente na esquadra.
- A defesa sustenta que a condenação ainda não é definitiva e que o militar tem direito a aguardar em liberdade.
- A decisão cabe ao tribunal competente, que deverá analisar o pedido com base na legislação vigente; a GNR ainda não se pronunciou.
A defesa de um militar da Guarda Nacional Republicana (GNR) que se barricou no posto de Felgueiras pediu a libertação imediata, afirmando que a condenação a 13 anos de cadeia ainda não transitou em julgado. O militar já está detido há mais de um ano, e a libertação é defendida enquanto o recurso não tiver desfecho.
Segundo a defesa, o militar foi condenado por alegadamente ter disparado contra um colega durante um incidente na esquadra de Felgueiras. Os advogados argumentam que o processo ainda não é definitivo, pelo que o detido deve aguardar em liberdade até ao desfecho do recurso.
A decisão final cabe ao tribunal competente, que deverá analisar o pedido de libertação com base na lei vigente. A defesa sustenta que manter o militar detido enquanto não há decisão definitiva viola direitos processuais e humanos.
A GNR não se pronunciou oficialmente sobre o pedido de libertação. O caso tem gerado atenção na opinião pública e entre Instituição, com a comunidade policial a acompanhar o desfecho do processo. O processo judicial continua em curso, mantendo o militar sob custódia durante o recurso.
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