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Passaporte de Eliza Samudio encontrado em Portugal reacende mistério 15 anos

Passaporte de Eliza Samudio encontrado em Portugal reacende mistério envolvendo o guarda-redes Bruno Fernandes de Souza, quinze anos após o crime

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Passaporte de Eliza Samudio encontrado em Portugal reacende mistério 15 anos após crime que envolveu guarda-redes Bruno
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  • O passaporte de Eliza Samudio foi encontrado num apartamento em Portugal, 15 anos após o homicídio que a envolveu o guarda-redes Bruno.
  • O documento indica entrada em Portugal a cinco de maio de 2007; não há registo de saída nem emissão de um segundo passaporte.
  • O passaporte foi descoberto por um homem, identificado como José, num apartamento alugado no fim de 2025, escondido dentro de um livro.
  • Bruno Fernandes de Sousa, então guarda-redes do Flamengo, foi condenado em 2010 a vinte e dois anos de prisão por homicídio qualificado e sequestro, sendo libertado em regime de liberdade condicional.
  • O julgamento ocorreu entre 2012 e 2013, resultando numa condenação total de vinte e dois anos e três meses; outras seis pessoas foram também condenadas, e o corpo de Eliza nunca foi encontrado.

O passaporte de Eliza Samudio foi encontrado num apartamento em Portugal, 15 anos após o homicídio que envolveu o guarda-redes Bruno Fernandes de Souza. A notícia foi veiculada pelo Correio da Manhã.

Segundo o documento, Eliza entrou em Portugal a 5 de maio de 2007, cerca de três anos antes de ter sido mãe do filho de Bruno no Brasil. Não há registo de saída do país, e não deverá ter sido emitido um segundo passaporte.

O passaporte foi descoberto por um homem identificado apenas como José, num local alugado em Portugal no fim de 2025. O objeto estava escondido ou esquecido dentro de um livro, afirmou o portal Leo Dias.

O caso ganhou grande repercussão no Brasil. Bruno Fernandes de Souza foi condenado, em 2010, a 22 anos de prisão por homicídio qualificado e sequestro, tendo cumprido regime de liberdade condicional.

O julgamento ocorreu entre 2012 e 2013, resultando numa condenação de 17 anos e meio em prisão efectiva por homicídio qualificado, mais 3 anos e 3 meses por sequestro, e 1 ano e 6 meses por ocultação de cadáver, totalizando 22 anos e 3 meses.

Para além de Bruno, foram condenadas mais seis pessoas associadas ao caso. Durante o julgamento, testemunhas alegaram que Eliza foi estrangulada, o cadáver foi desmontado e enterrado sob uma camada de cimento, com hipóteses sobre o destino do corpo.

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