- O passaporte de Eliza Samudio foi encontrado num apartamento em Portugal, 15 anos após o homicídio ocorrido no Brasil em 2010, quando o corpo nunca foi encontrado.
- Eliza teve um caso com o guarda-redes Bruno Fernandes de Souza, então jogador do Flamengo.
- Bruno foi condenado a 22 anos e 3 meses de prisão, em 2010, por homicídio qualificado, sequestro e ocultação de cadáver, tendo cumprido parte da pena e saído em liberdade condicional.
- O julgamento contou com a condenação de outras seis pessoas, com início em 2012 e conclusão em 2013.
- Testemunhas disseram que a vítima foi morta por estrangulamento, o cadáver foi esquartejado e enterrado sob cimento, e há versões de o corpo ter sido destruído com cães.
O passaporte de Eliza Samudio foi encontrado num apartamento em Portugal, 15 anos após o homicídio que chocou o Brasil. A modelo brasileira foi assassinada em 2010, no Brasil, e o corpo nunca foi encontrado. O caso envolve ainda o guarda-redes Bruno Fernandes de Souza, então jogador do Flamengo.
A descoberta reacende o mistério em torno do crime. Bruno foi condenado a 22 anos e 3 meses de prisão, em julgamento que ocorreu entre 2012 e 2013, com regime fechado pelo homicídio qualificado e por sequestro e cárcere privado. Outros seis acusados também foram condenados.
Contexto do caso
Durante o julgamento, uma testemunha relatou que Eliza Samudio foi morta por estrangulamento e que o cadáver foi esquartejado e enterrado sob uma camada de cimento; o corpo nunca foi recuperado. Em algumas versões, o corpo poderá ter sido destruído por cães de raça rottweiler.
Desfecho judicial e consequências
A sentença de Bruno foi confirmada, cabendo ainda pena adicional por ocultação de cadáver. O caso marcou o futebol brasileiro e gerou debates sobre a proteção de mulheres e violência doméstica. As informações surgem à boleia da recente divulgação do passaporte.
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