- O Conselho Geral da Ordem dos Advogados invocou a urgência para avocar a competência de nomear o defensor de José Sócrates, chamando-a à competência do Conselho Regional de Lisboa.
- O Conselho Regional aceitou o pedido de dispensa de patrocínio apresentado pelo advogado que tinha sido nomeado aleatoriamente, Marco António Amaro, para representar Sócrates, mantendo-se sem designação de novo mandatário.
- O tribunal solicitou esclarecimentos à Ordem sobre a indicação de Luís Carlos Esteves como defesa de Sócrates, e o julgamento continuará com um advogado de escala até estar clarificada a designação.
- Às quinze horas e quarenta e cinco minutos, Sócrates continuava a ser representado pelo advogado oficioso Humberto Monteiro, com Luís Carlos Esteves ainda presente na sala.
- Sócrates tem até quarta-feira para escolher um novo advogado, depois de os últimos três nomes terem renunciado à defesa; o julgamento prevê cerca de vinte sessões para ouvir declarações gravadas do processo Operação Marquês.
O Conselho Geral da Ordem dos Advogados invocou a urgência de nomear um advogado para o antigo primeiro-ministro José Sócrates, de modo a centralizar a competência no Conselho Regional de Lisboa. O objetivo é avocar a nomeação para a defesa no processo Operação Marquês.
O bastonário João Massano comunicou aos órgãos regionais a intenção de assumir de imediato a defesa do arguido. A decisão foi confirmada pelo Conselho Regional de Lisboa, chefiado por Telmo Guerreiro Semião, em comunicado.
O Conselho Regional aceitou o pedido de dispensa de patrocínio apresentado por Marco António Amaro, que tinha sido designado a 27 de fevereiro para representar Sócrates, abstendo-se de indicar novo mandatário com a expectativa de atuação do Conselho Geral.
O tribunal pediu esclarecimentos à Ordem sobre a indicação de Luís Carlos Esteves para defender Sócrates, mantendo o julgamento com um advogado de escala até clarificação da designação.Susana Seca preside ao coletivo de juízas.
Pelas 15h45, Sócrates era representado pelo advogado oficioso Humberto Monteiro, com Luís Carlos Esteves ainda presente na sala de audiência. O antigo primeiro-ministro tem até quarta-feira para escolher um novo representante, após renúncias de quem já o tinha substituído.
O julgamento recomeçou hoje após uma interrupção de três semanas, com previsão de cerca de 20 sessões para ouvir declarações gravadas em fases anteriores do processo.
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