- No total, há perto de 32 mil litígios de partilha de bens à espera de decisão, nos tribunais e nos notários.
- A maior parte dos processos corre nos tribunais; mais de oito mil estão nas mãos de notários.
- Em final de setembro do ano passado, havia 23.403 litígios para partilha de bens nos tribunais.
- Nos cartórios notariais, pendentes nesta sexta-feira, estavam 8.433 casos.
- Os processos chegam a demorar quase sete anos.
Há perto de 32 mil litígios de partilha de bens pendentes nos tribunais e nos notários, segundo os dados disponíveis. A maior parte acontece nos tribunais, mas mais de oito mil processos estão em cartórios notariais.
Os casos arrancam de situações como mortes (inventários) ou divórcios. Não há, ainda, estimativa de quantos imóveis estão vinculados a estes litígios, que demoram, em média, quase sete anos a resolver.
Em final de setembro do ano passado, existiam 23.403 litígios de partilha decorrentes de morte ou divórcio nos tribunais. Nesta sexta-feira, estavam pendentes 8.433 casos nos cartórios notariais, totalizando cerca de 32 mil processos à espera de decisão.
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