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PJ faz novas buscas a ex-patrão da Altice e ao seu braço direito em Braga

Novas buscas da PJ a Armando Pereira e Hernâni Vaz Antunes em Braga, ligadas à Operação Picoas, com alegações de corrupção privada e branqueamento

Quinta de Armando Pereira em Vieira do Minho que está a ser alvo de buscas tem 15 hectares
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  • A Polícia Judiciária realiza novas buscas às casas de Armando Pereira e Hernâni Vaz Antunes, em Braga, ligados à Operação Picoas e ao grupo Altice.
  • As diligências, acompanhadas pela Autoridade Tributária e responsáveis judiciários franceses, parecem visadas a factos supostamente ocorridos em França.
  • Em França, o Parquet National Financier investiga um alegado sistema de corrupção envolvendo a Altice, com sobrefaturação de serviços e lavagem de dinheiro através de empresas de fachada.
  • O MP português abriu a Operação Picoas em junho de dois mil e vinte e três, com dezenas de buscas e a detenção de Armando Pereira e de Hernâni Vaz Antunes, que saíram em liberdade sob caução.
  • Armando Pereira está indiciado por onze crimes, incluindo corrupção ativa e passiva no setor privado, branqueamento de capitais e falsificação de documentos.

A Polícia Judiciária (PJ) está a realizar novas buscas domiciliárias nas casas de Armando Pereira e Hernâni Vaz Antunes, em Braga. Os alvos são arguidos na Operação Picoas, centrada no grupo Altice, com diligências que apontam para factos em França. As buscas envolvem também elementos da Autoridade Tributária.

As ações decorrem na sequência de investigações anteriores realizadas em França, onde Armando Pereira é investigado por corrupção no setor privado. Em Portugal, o ex-patrão da Altice é acusado de desfalques na empresa, segundo informações recolhidas pelo JN.

Rui Patrício, advogado de Hernâni Pereira, recusou comentar, indicando que o processo se encontra em segredo de justiça. Em Bruxelas, o Ministério Público francês descreve o caso como parte de um vasto sistema de corrupção que envolve a Altice.

Segundo o PNF, o esquema envolve corrupção privada, fraude organizada e lavagem de dinheiro, com sobrefaturação de serviços e bens através de redes de empresas de fachada. O dinheiro seria encaminhado para circuito internacional de branqueamento.

O Ministério Público francês abriu a investigação dois meses após a detenção de Armando Pereira, em Portugal, em junho de 2023, no âmbito da Operação Picoas. Em Portugal, foram detidos Armando Pereira e Hernâni Vaz Antunes, mas ficaram em liberdade mediante caução, que já expirou.

Armando Pereira enfrenta indícios de 11 crimes, entre eles seis de corrupção ativa, um de corrupção passiva no setor privado, quatro de branqueamento de capitais e falsificação de documentos. A justiça portuguesa acompanha o desenvolvimento do caso.

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