- O ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, afirmou que os Açores têm um enorme potencial em investigação e inovação, destacando a área do espaço.
- Reforçou a participação do Governo Regional dos Açores, com o Ministério da Defesa, o Ministério da Economia, Ambiente e Energia e o Ministério da Ciência e Inovação, na estratégia para o espaço em Portugal e na Europa a partir de Santa Maria, onde ficará o centro espacial.
- Em Santa Maria ficará o porto espacial dos Açores, com o consórcio a indicar o início de lançamentos de voos orbitais para colocação de satélites em 2027; o país já reforçou a participação na Agência Espacial Europeia (ESA).
- O orçamento para o período 2026-2030 da ESA é de 204,8 milhões de euros, incluindo infraestruturas para a aterragem do Space Rider, conforme anunciado pelo governo.
- Na reunião com o Conselho de Reitores da Universidade dos Açores, discutiu a metodologia de avaliação estratégica para definir os domínios estratégicos e a alocação orçamental da nova Agência para a Investigação e Inovação (AI2), com ênfase em prioridades em 2026.
O ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, destacou o enorme potencial dos Açores em investigação e inovação, citando a área do espaço como exemplo. A afirmação ocorreu após uma reunião com o Conselho de Reitores, em Ponta Delgada.
O governante lembrou o papel do Governo Regional dos Açores, em parceria com o Ministério da Defesa, Economia, Ambiente e Energia, na definição da estratégia para o espaço em Portugal e na Europa a partir de Santa Maria.
Durante o encontro, realizado na Universidade dos Açores, foi sublinhada a importância das valências da região, especialmente no apoio à ciência na universidade anfitriã. O espaço atualiza a infraestrutura regional.
Na ilha de Santa Maria está prevista a instalação do porto espacial dos Açores, com um consórcio que planeia iniciar lançamentos orbitais para colocação de satélites em 2027.
Portugal renovou o compromisso com a Agência Espacial Europeia (ESA), mantendo-se membro há 25 anos. O país recebe 204,8 milhões de euros para o período 2026-2030, incluindo infraestruturas para a aterragem do Space Rider.
Ainda neste âmbito, o ministro discutiu com o Conselho de Reitores a definição de uma metodologia para a avaliação estratégica da AI2, a nova Agência para a Investigação e Inovação.
Para 2026, Fernando Alexandre sinalizou que o país terá de definir prioridades nos domínios estratégicos, ajustando-os à competitividade, resiliência e sustentabilidade nacionais.
Foi anunciada a criação de um orçamento dedicado à investigação e à inovação a cinco anos, com uma proposta de metodologia a ser discutida em fevereiro, para orientar futuras políticas setoriais.
O ministro reiterou que a ciência e a investigação vão ganhar peso na resposta aos grandes desafios nacionais e europeus, mantendo o foco numa visão de longo prazo para o setor.
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