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Pais de jovem morto no Porto perdem quatro familiares nos sismos na Venezuela

Pais do jovem morto no Porto perdem quatro familiares nos sismos na Venezuela; corpos ainda sob escombros de prédio, com 30 a 40 pessoas por localizar

Pais de jovem assassinado no Porto perdem quatro familiares na Venezuela
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  • Os pais de Marlon Correia vivem uma nova tragédia: quatro familiares continuam desaparecidos na Venezuela após os sismos.
  • A mãe de Marlon disse ao CM que os corpos se encontram debaixo dos escombros de um prédio de habitação, onde estima-se haver entre vinte e trinta a quarenta pessoas.
  • Apenas oito corpos tinham sido retirados por voluntários; as máquinas chegaram ontem e estão a dar prioridade aos corpos do hotel Eduard’s, ao lado.
  • A família reclama pouca ajuda e pretende que a sobrinha tome providências para cremações assim que localizados.
  • No total dos mortos nos sismos na Venezuela, são trinta e seis portugueses e lusodescendentes; há pelo menos noventa e um desaparecidos ou incontactáveis, entre os quais quarenta e nove homens e quarenta e dois mulheres. Dentre os mortos: cinco crianças e trinta e um adultos; quarenta e nove lusodescendentes, seis portugueses e um com nacionalidade portuguesa por casamento.

O pai e a mãe de Marlon Correia enfrentam uma nova tragédia ligada aos sismos da Venezuela, que já ceifaram a vida de 36 portugueses e lusodescendentes. Quatro membros da família de Marlon continuam desaparecidos no país sul-americano.

A mãe de Marlon, Lídia Barbosa, comunicou nas redes sociais o falecimento de familiares directos: o afilhado Jhonny, a esposa Masiel e os seus filhos. A mensagem expressa dor epedindo força aos pais e restante família.

Ao CM, Lídia revela que os corpos permanecem debaixo dos escombros de um prédio de habitação, onde se calcula haver entre 30 e 40 pessoas. A remoção tem sido lenta, com apenas oito corpos já retirados por voluntários.

As autoridades reportam 36 mortos entre portugueses e lusodescendentes; há pelo menos 91 desaparecidos ou incontactáveis, dos quais 49 homens e 42 mulheres. Entre as vítimas, quatro são crianças e 32 são adultos.

No conjunto de mortos, 29 são lusodescendentes, seis portugueses e um reconhecido como português por casamento, conforme os dados disponíveis até ao momento. A situação continua sem estimativa de prazo para evacuação final.

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