- A Comissão de Belas Artes dos EUA aprovou o projeto do ‘Arco de Trump’ de forma preliminar, abrindo caminho para as fases seguintes, mas com exigências de alterações.
- O vice-presidente da comissão sugeriu modificações, incluindo a remoção de estátuas no topo e mudanças estéticas, sob risco de comprometer a aprovação final.
- O monumento, planeado para o Memorial Circle entre o Cemitério Nacional de Arlington e o Lincoln Memorial, ficará cerca de 26 metros acima do Arco do Triunfo de Paris, tornando-se o mais alto do género.
- O custo estimado é de cerca de 15 milhões de dólares, financiados por verbas públicas, com críticas sobre o uso de dinheiro federal.
- A obra tem gerado contestação de veteranos, arquitetos e cidadãos, que denunciam o potencial bloqueio da linha de visão entre Arlington e o Lincoln Memorial e consideram o projeto megalómano, levando a vários processos em tribunal.
A Comissão de Belas Artes dos EUA aprovou, em caráter preliminar, o Arco de Trump para avançar nas próximas fases do projeto, desde que sejam implementadas alterações. O vice-presidente da comissão indicou modificações obrigatórias para a aprovação final.
O monumento, concebido para celebrar os 250 anos da independência, vai ficar junto ao Memorial Circle, entre Arlington Cemetery e o Lincoln Memorial, em Washington. O arco pretende ser o mais alto do gênero, superando em 26 metros o Arco do Triunfo de Paris.
Entre as mudanças exigidas estão a remoção de estátuas previstas para o topo da estrutura e ajustes estéticos. Sem estas alterações, pode haver rejeição no estágio seguinte do processo.
Controvérsia e custos
Veteranos e arquitetos criticam o projeto, argumentando que compromete uma das paisagens históricas da capital e impede a linha de visão entre Arlington e o Lincoln Memorial. Grupos cívicos classificam o arco como megalómano e voltado para a vaidade do Presidente.
O custo estimado é de cerca de 15 milhões de dólares, valor que deverá ser financiado com recursos públicos. A utilização de verbas federais já motivou diversos processos em tribunal, mantendo a controvérsia jurídica em curso.
A iniciativa partiu de Donald Trump, que propôs a construção do arco para marcar a data festiva. A aprovação preliminar da Comissão de Belas Artes representa uma vitória estratégica para o projeto, mas o caminho até a aprovação final permanece dependente das alterações solicitadas.
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