O sismo de magnitude 7,7 que atingiu o norte do Japão na segunda-feira deixou pelo menos seis feridos, dois em estado grave. Não houve registos de danos graves nem de incêndios de grande dimensão, informou a Agência de Gestão de Incêndios e Desastres (FDMA).
O abalo foi reavaliado de 7,4 para 7,7. O sismo ocorreu às 16:53 locais, ao largo da prefeitura de Iwate, no Oceano Pacífico. Os tremores foram sentidos até Tóquio, a várias centenas de quilómetros do epicentro.
Uma onda de tsunami de até 80 centímetros foi registada no porto de Kuji, na mesma região, às 17:34 locais. O governo ativou uma célula de crise e pediu às populações afetadas que procurem zonas mais elevadas e seguras.
Alerta e consequências
A Agência Meteorológica Japonesa avisou sobre a possibilidade de danos adicionais causados por ondas e réplicas. O Governo reforçou a preparação para catástrofes, citando o risco de sismo maior no país. Em 2011, um sismo de magnitude 9 causou milhares de mortos e danos extensos.
O Governo também destacou que o Japão está numa região com elevada atividade sísmica, situada na junção de quatro grandes placas tectónicas, o que explica o historial de abalos fortes no território.
Enquadramento regional
As autoridades mantêm vigilância e monitorização de novas réplicas. Até ao momento, não há registo de grandes interrupções em infraestruturas críticas. O balanço oficial de ferimentos poderá evoluir com novos dados das autoridades locais.
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