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Netanyahu condena soldado das FDI por vandalizar estátua de Jesus no Líbano

Netanyahu condena vandalismo de estátua de Jesus por soldado das Forças de Defesa de Israel no sul do Líbano; inquérito criminal e medidas disciplinares severas previstas

Imagem de um soldado das FDI a profanar uma estátua de Jesus no Sul do Líbano
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  • O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, condenou a profanação de uma estátua de Jesus por um soldado das Forças de Defesa de Israel no sul do Líbano e anunciou investigação criminal.
  • A fotografia do incidente, que mostra o suposto ataque ao rosto da estátua, foi partilhada nas redes sociais e as autoridades israelitas confirmaram a sua autenticidade.
  • O episódio ocorreu na aldeia cristã de Debel, a cerca de seis quilómetros da fronteira entre o Líbano e Israel.
  • Netanyahu disse que Israel, como Estado judeu, valoriza a tolerância e o respeito entre religiões; o embaixador dos Estados Unidos em Israel também condenou o ato.
  • O incidente ocorre num contexto de tensões entre Israel e o Líbano e com o Hezbollah, num cessar-fogo frágil e num conflito regional mais amplo.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, condenou a profanação de uma estátua de Jesus Cristo por um soldado das Forças de Defesa de Israel (FDI) numa aldeia do sul do Líbano. O ato ocorreu em Debel, perto da fronteira, e foi gravado num vídeo que circulou nas redes sociais. O Governo confirmou a autenticidade das imagens.

Netanyahu informou que o inquérito criminal já está a decorrer e que o agressor pode enfrentar medidas disciplinares severas. O líder afirmou que o Estado de Israel, enquanto nação, valoriza a tolerância e o respeito por todas as religiões, e que o incidente não reflete as FDI nem o povo israelita.

A fotografia mostra o rosto da estátua ser desfigurado com uma marreta ou machado. O vídeo foi publicado por Younis Tirawi, descrito como jornalista palestiniano, e a localização foi confirmada pela polícia local. Debel fica a cerca de seis quilómetros da fronteira com Israel.

Contexto regional

O incidente ocorre num momento de tensões entre Israel e o Líbano, num contexto de confrontos entre as FDI e o Hezbollah, após a retoma de hostilidades no sul do Líbano. O cessar-fogo vigente tem sido frágil desde o início de março, com deslocações de civis em várias zonas.

As autoridades israelitas indicaram que continuam a demolir estruturas na faixa fronteiriça e pedem aos residentes que não regressem a determinadas aldeias. A troca de acusações diplomáticas já incluiu figuras políticas de Israel e de países-alem.

Reações internacionais

Entre reações, o embaixador dos EUA em Israel apelou a consequências rápidas e públicas para o acto. Em Israel, o ministro dos Negócios Estrangeiros de então pediu desculpas públicas pelas ofensas religiosas, numa contestação que gerou debates entre membros do Governo.

No Líbano, comunidades cristãs formam uma parte significativa da população e vivem sob o Pacto Nacional que partilha poder com comunidades muçulmanas. O episódio intensifica preocupações entre cristãos na região já afetados pelos combates em curso.

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