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Guarda Revolucionária reivindica ataque a centro de dados da Amazon no Bahrein

A Guarda Revolucionária reivindicou ataque a centro de dados da Amazon no Bahrein, obrigando a empresa a abandonar a região, segundo a agência Mehr

Amazon
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  • A Guarda Revolucionária Islâmica do Irão reivindicou ter atingido um centro de dados da Amazon no Bahrein, alegando que a empresa abandonou a região.
  • A reivindicação surge dias depois de o grupo ter anunciado planos para atacar empresas norte‑americanas no Médio Oriente, incluindo várias gigantes tecnológicas.
  • A nota do grupo aconselhou trabalhadores das instituições citadas a abandonarem os locais de trabalho, e pediu aos habitantes próximos aos locais a deixarem as casas dentro de um quilómetro.
  • Entre as empresas mencionadas na lista estavam Microsoft, Apple, Google, HP, Intel, Meta, IBM, Boeing e Nvidia, com promessas de “destruição” das instalações.
  • O contexto envolve retaliação por ações dos EUA e de Israel contra o Irão, no âmbito de conflitos na região e resposta a questões ligadas ao programa nuclear.

A Guarda Revolucionária Iraniana reivindicou, na quinta-feira, ter atingido um centro de dados da gigante Amazon no Bahrein. A informação foi avançada pela agência estatal Mehr, sem fornecer detalhes adicionais sobre o alegado ataque.

Segundo a mesma nota, o ataque terá obrigado a empresa a abandonar a região. A reivindicação surge dias depois de a organização ter anunciado planos de bombardear empresas norte-americanas na região do Médio Oriente.

A afirmação integra uma sequência de ações de retaliação que, segundo o grupo, visam responder a ataques contra o Irão. A nota lista 18 empresas, incluindo Microsoft, Apple, Google, HP, Intel, Meta, IBM, Boeing e Nvidia, com a ameaça de destruição das suas instalações na região.

A denúncia surge num contexto de tensão regional agravada por operações militares de EUA e Israel contra alvo iranianos. O Irão, por sua vez, tinha já ordenado respostas a infraestruturas civis e bases no Omã, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e outros

Contexto

  • A pretensa ofensiva faz parte de uma escalada de retaliação após ataques que o Irão alega terem visado infraestrutura nuclear. As informações sobre o assunto são oriundas de agências oficiais e não passam de reivindicações não verificadas de parte da Guarda Revolucionária.

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