- A guarda costeira grega informou que 22 migrantes morreram ao largo da costa da Grécia, após seis dias no mar num bote de borracha; 26 pessoas foram resgatadas por um navio da Frontex ao largo da ilha de Creta.
- Os migrantes resgatados disseram às autoridades que os corpos foram atirados à água por ordem de um traficante.
- Durante a travessia, os passageiros perderam o sentido de orientação e permaneceram no mar durante seis dias sem água nem comida.
- A Grécia é uma porta de entrada para migrantes do Médio Oriente, África e Ásia e esteve na linha da frente da crise migratória europeia em 2015-2016.
- Desde então tem endurecido a legislação e reforçado as fronteiras, mas muitos continuam a tentar atravessar o mar Mediterrâneo.
Vinte e dois migrantes morreram ao largo da costa grega depois de seis dias no mar, num bote de borracha, segundo a guarda costeira. O resgate ocorreu junto à ilha de Creta, quando um navio da Frontex recuperou 26 pessoas.
A guarda costeira indicou que os passageiros perderam o sentido de orientação e permaneceram sem água nem comida durante todo o percurso. Os migrantes resgatados relataram que 22 pessoas morreram no mar e que os corpos foram atirados à água por ordem de um traficante.
Detalhes do incidente
As informações indicam uma travessia prolongada no Mediterrâneo, associada a redes de tráfico de pessoas. Aguardam-se relatos adicionais das autoridades sobre as identidades e nacionalidades dos migrantes e sobre eventuais investigações relacionadas.
Este tipo de trajeto tem sido uma constante na rota para a Europa, com a Grécia a receber um grande volume de entradas vindas de várias regiões. O país tem aumentado a vigilância nas fronteiras e reforçado patrulhas marítimas nos últimos anos.
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