- O ministro da Inteligência iraniano, Esmail Khatib, morreu num ataque ocorrido durante a noite, segundo o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz.
- Este é o terceiro alto responsável iraniano morto em dois dias, após ataques de Israel a Ali Larijani e ao chefe da força Basij da Guarda Revolucionária, na terça-feira.
- O Irão tem respondido com ataques contra vizinhos do Golfo Pérsico e contra Israel, utilizando mísseis para tentar contornar defesas aéreas.
- Teerã mantém o controlo sobre o Estreito de Ormuz, o que suscita preocupações com uma possível crise energética global.
- O preço do petróleo Brent permanece acima de 100 dólares por barril nas primeiras negociações, subindo mais de quarenta por cento desde o início da guerra.
Israel afirma ter eliminado mais um alto responsável iraniano, num ataque noturno que supostamente matou o ministro da Inteligência, Esmail Khatib, no Irão.
Este é o terceiro responsável superior iraniano alegadamente morto em dois dias, numa escalada da retórica e das ações entre Telavive e Teerão.
Paralelamente, o Irão lançou ataques contra infraestruturas no Golfo Pérsico e contra Israel, utilizando mísseis modernos para contornar defesas aéreas, segundo relatos locais.
Pelo lado israelita, o ministro da Defesa, Israel Katz, garantiu que a operação matou o ministro iraniano durante a noite, sem adiantar detalhes adicionais.
Ainda não há confirmação oficial de Teerão sobre a morte de Khatib; na terça-feira, Israel já tinha alegado a morte do chefe da segurança iraniana, Ali Larijani, e do comandante da força Basij da Guarda Revolucionária.
Desde o ataque inicial de 28 de fevereiro, promovido pelos Estados Unidos e por Israel, o Irão tem visado infraestruturas energéticas de países vizinhos e bases militares, na tentativa de pressionar Washington e criar instabilidade regional.
O estreito de Ormuz, passagem de um quinto do petróleo mundial, permanece sob controlo iraniano, elevando preocupações sobre uma possível crise energética global.
O petróleo Brent manteve-se acima de 100 dólares por barril nas primeiras negociações de hoje, refletindo o impacto econômico e geopolítico da escalada no Médio Oriente.
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