- Espanha retira oficialmente a embaixadora em Israel, Ana Sálomon, decisão publicada no Boletim Oficial do Estado após aprovação no último Conselho de Ministros.
- A embaixada fica vaga, mantendo apenas um encarregado de negócios, um escalão abaixo de embaixador.
- A medida é interpretada como gesto de reciprocidade, depois de Israel ter adotado medida semelhante na missão em Madrid.
- Sálomon tinha sido chamada para consultas em setembro de 2025 e permanece em Espanha, formalizando a ausência de um embaixador espanhol em Israel.
- Israel não tem embaixador em Espanha desde 2024; Rodica Radian-Gordon foi chamada para consultas, o substituto demitiu-se, e a representação em Madrid é chefiada pela encarregada de negócios Dana Erlich.
O governo de Espanha anunciou a retirada oficial da sua embaixadora em Israel, Ana Sálomon. A decisão foi publicada no Boletim Oficial do Estado (BOE) após aprovação no último Conselho de Ministros. A embaixada passa a ter representação por um encarregado de negócios.
A medida é interpretada como gesto de reciprocidade, dado que Israel já tinha adotado uma posição similar recentemente na missão de Madrid. A retirada de Sálomon formaliza a ausência de um embaixador espanhol em Israel.
Sálomon tinha sido chamada a consultas em setembro de 2025, no contexto de deterioração das relações entre os dois países, permanecendo em Espanha desde então. A saída encerra oficialmente a presença de um embaixador espanhol em Israel.
Situação das embaixadas em Madrid e Telavive
Israel não tem, desde 2024, um embaixador em Espanha. Em maio de 2024, após o reconhecimento espanhol do Estado Palestiniano, Israel chamou para consultas a então embaixadora em Madrid, Rodica Radian-Gordon.
A substituição prevista acabou por desistir, levando o governo israelita a não nomear um novo embaixador. Atualmente, a representação em Madrid é chefiada pela encarregada de negócios Dana Erlich.
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