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Oschadbank exige devolução de dinheiro e nega acusações de máfia

Oschadbank exige a devolução imediata de 40 milhões de dólares, 35 milhões de euros e 9 kg de ouro apreendidos na Hungria, negando ligações ao crime organizado

Dinheiro e ouro confiscados, numa fotografia divulgada pelo Governo húngaro
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  • Oschadbank da Ucrânia exige a devolução imediata de 40 milhões de dólares, 35 milhões de euros e 9 kg de ouro confiscados pelas autoridades húngaras perto de Budapeste.
  • A apreensão gerou polémica diplomática após a polícia húngara interromper um comboio de transportadores de dinheiro e expulsar sete cidadãos ucranianos que o acompanhavam.
  • A Hungria abriu um inquérito por suspeita de branqueamento de capitais, enquanto o banco sustenta que a transferência foi realizada de forma legal e sob controlo das autoridades.
  • Os advogados do Oschadbank dizem que a origem, o objetivo e o enquadramento legal dos fundos podem ser comprovados por documentação e não há indícios de atividades criminosas.
  • Sete representantes ucranianos do banco foram proibidos de entrar no espaço Schengen e na União Europeia por três anos, com a Hungria a alegar razões de segurança nacional, o que pode levar a recurso junto ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem.

Oschadbank, banco ucraniano, exige a devolução imediata de 40 milhões de dólares, 35 milhões de euros e 9 kg de ouro apreendidos pela polícia húngara perto de Budapeste. O banco nega ligações dos fundos ao crime organizado.

Os advogados do Oschadbank em Hungria afirmam que a transferência em causa foi realizada de forma legal, sob supervisão das autoridades. Alegam que a origem, o objetivo e o título legal dos fundos são comprováveis por documentação.

A operação policial gerou uma crise diplomática: sete ucranianos que acompanhavam o transporte foram expulsos da Hungria, com inquérito por branqueamento de capitais aberto pelas autoridades.

A Horváth Lawyers informou que os sete representantes do banco foram proibidos de entrar no espaço Schengen por três anos, com base em motivos de segurança nacional. A defesa questiona a fundamentação e os recursos disponíveis.

Entre as implicações, o escritório legal sugere que a falta de conteúdo substancial da justificação e a via recursal restrita podem levar a ações no Tribunal Europeu dos Direitos do Homem. O caso continua sob investigação.

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