- Os iranianos residentes em Portugal acompanham a guerra no Irão com preocupação e esperança.
- Ninguém deseja ver o seu país bombardeado.
- Solmaz Nazari descreve um conflito interior entre raiva, emoção e a esperança de que algo positivo possa surgir.
- A entrevista acontece desde sábado, destacando sentimentos contraditórios entre o caos e a revolta.
Desde sábado, iranianos residentes em Portugal acompanham a guerra no seu país com preocupação, mas também com uma sensação de esperança. O convívio entre a comunidade e o que se passa no Irão é constante, mesmo à distância.
As vozes desses residentes refletem um sentimento de gravidade sobre os ataques e destruição, ao mesmo tempo em que persiste a esperança de mudanças positivas no território de origem.
Entre as experiências relatadas, destaca-se o relato de uma moradora que descreve o peso emocional de ver o país sob bombardeamentos e a dúvida sobre o futuro. A mistura de raiva e felicidade marcada por contradições intensas é mencionada como parte do estado emocional.
Sentimentos na diáspora
A comunidade em Portugal descreve uma união estreita entre familiares separados pela distância, com o objetivo de apoiar uns aos outros durante o conflito. O foco é manter a normalidade no dia a dia, enquanto se acompanha a evolução do conflito.
Relatos de residentes indicam ainda um desejo de que as aspirações políticas no Irão se transformem em soluções pacíficas e estáveis, através de vias democráticas. A narrativa enfatiza a importância de informação verificada e de evitar desinformação.
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