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Na Venezuela, o que aconteceu foi justiça

Dirigente do PS Madeira afirma que o 3 de janeiro foi justiça contra anos de repressão, apelando ao primado da lei internacional

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O que aconteceu na Venezuela “foi justiça”
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  • Jesús Santana, coordenador da Diáspora e Comunidades do PS Madeira, afirmou que o que aconteceu no dia três de janeiro na Venezuela foi justiça, destinada aos dez a quinze anos de repressão do regime de Nicolás Maduro.
  • Em o Congresso do PS Madeira, Santana elogiou o apoio de Sérgio Gonçalves e Paulo Cafôfo à luta pela democracia na Venezuela, agradecendo a Célia Pessegueiro pelo convite.
  • Recordou os protestos de 2014 e os confrontos subsequentes com Maduro, que resultaram em dezenas de mortos e milhares de presos políticos.
  • Questionou a atuação de organismos internacionais como a Organização dos Estados Americanos e as Nações Unidas face à repressão e às violações de direitos humanos no país.
  • Referiu o êxodo de milhões de venezuelanos e os acontecimentos de 2024 e início de 2026, incluindo a captura do presidente venezuelano, apontando para uma possível mudança democrática, com a justiça a prevalecer sobre a lei internacional; destacou o papel do Partido Socialista da Madeira e do Partido Socialista português.

O que aconteceu no Congresso do PS Madeira foi a reflexão de Jesús Santana sobre a Venezuela, dando leitura a 15 anos de crise política e social no país. O dirigente afirmou que, no dia 3 de janeiro, ocorreu o que considerou justiça, num contexto de repressão do regime de Nicolás Maduro.

Santana agradeceu a Célia Pessegueiro pelo convite para intervir no congresso e elogiou o apoio de Sérgio Gonçalves e Paulo Cafôfo à defesa da democracia e da liberdade na Venezuela. A intervenção destacou a solidariedade com a população venezuelana.

Foi feita memória aos protestos de 2014 e aos confrontos subsequentes com o regime, que resultaram em dezenas de mortos e milhares de presos políticos. O componente crítico recaiu sobre a atuação de organismos internacionais, como a OEA e as Nações Unidas, face às violações de direitos humanos no país.

O discurso mencionou o êxodo de milhões de venezuelanos e observou acontecimentos recentes de 2024 e início de 2026, incluindo a captura do presidente venezuelano e mudanças no panorama político. Esses aspetos foram apresentados como indicadores de um possível ponto de viragem democrático.

Finalizando, Santana defendeu a preponderância da lei e do Direito Internacional, afirmando que a justiça deve prevalecer. O coordenador da Diáspora e Comunidades do PS Madeira destacou ainda a contribuição dos partidos Socialista da Madeira e Socialista português para a promoção de uma rota democrática.

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