- O Presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o Irão aspira à liberdade e que os EUA estão prontos para ajudar.
- Trump publicou a mensagem nas redes sociais num momento de intensificação dos protestos no Irão.
- O procurador-geral iraniano avisou que quem participe em protestos será considerado inimiga de Deus, com possível pena de morte.
- A declaração ocorreu após o líder supremo, Ali Khamenei, ter dito que o regime iria iniciar uma repressão.
- A HDRANA reporta pelo menos 65 mortos e cerca de 2.300 detidos nos protestos que começaram a 28 de dezembro.
O presidente dos EUA afirmou nas redes sociais que o Irão aspira à liberdade e que os Estados Unidos estão prontos para ajudar. A mensagem foi publicada num momento de enlargamento do movimento contestatário no país.
Trump escreveu que o Irão pode alcançar a liberdade como nunca antes, enquanto o país enfrenta protestos crescentes contra o poder. Esta posição ocorre numa altura em que os protestos ganham força.
Contexto institucional e impacto inicial
O procurador-geral do Irão, Mohammad Movahedi Azad, avisou que quem participar nos protestos será considerado inimigo de Deus, com possível pena de morte. A declaração foi transmitida pela televisão estatal.
Na sexta-feira, o líder supremo Ali Khamenei mencionou que o regime iria iniciar uma repressão dos protestos. A comunicação oficial intensificou o tom de resposta das autoridades.
De acordo com a HDRANA, a ONG que monitoriza direitos humanos, o balanço inicial aponta para pelo menos 65 mortos e cerca de 2.300 detidos desde o início dos protestos.
Os protestos começaram a 28 de dezembro, inicialmente contra o custo de vida e a inflação elevada, num país sujeito a sanções. Com o tempo, evoluíram para uma contestação mais ampla ao regime.
Desdobramentos recentes
A escalada da repressão e o aumento do número de vítimas continuam a preocupar organizações internacionais e observadores. A situação mantém-se volátil, com relatos conflitantes entre autoridades e manifestantes.
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