- O Conselho de Segurança das Nações Unidas vai realizar uma sessão urgente na segunda-feira, após o reconhecimento da Somalilândia por Israel, segundo o embaixador israelita na ONU, Danny Danon, na X.
- Danny Danon afirmou que Israel não se furtará a discussões políticas na reunião, pedida por Israel após reconhecer oficialmente na sexta-feira a Somalilândia como Estado independente e soberano.
- Israel tornou-se o primeiro país a reconhecer a República da Somalilândia, decisão que gerou condenação internacional, especialmente de África, do mundo árabe e da China.
- O Governo de Israel disse que vai agir de forma responsável e discreta para reforçar a cooperação com parceiros que contribuam para a estabilidade regional.
- O Governo da Somália rejeita o reconhecimento, assegurando que a Somalilândia é parte integral, inseparável e inalienável da República Federal da Somália.
O Conselho de Segurança da ONU marcará uma sessão urgente para discutir o reconhecimento da Somalilândia por Israel, anunciado por Danny Danon, embaixador de Israel na ONU, numa publicação na X. A sessão decorre na segunda-feira e visa avaliar as implicações regionais e internacionais do gesto.
Danon indicou que Israel não se esquivará a debates políticos na reunião, ocorrendo após o reconhecimento formal da Somalilândia como estado independente e soberano, decidido na sexta-feira. A justificativa formal não foi divulgada pela embaixada, apenas o anúncio nas redes.
Israel tornou-se o primeiro país a reconhecer a Somalilândia, decisão que provocou condenação internacional, com especial reprovação de África, do mundo árabe e da China. O texto oficial do governo israelita não detalha mecanismos de cooperação, apenas aponta cooperação contínua para estabilidade regional.
O Governo da Somália rejeitou o reconhecimento, afirmando categoricamente que a Somalilândia é parte integrante, inseparável e inalienável do país. A oposição somali acusa a medida de violar a soberania nacional e o estatuto territorial reconhecido pela comunidade internacional.
Reação internacional
Diversos Estados e organizações condenaram o movimento, salientando a necessidade de preservar a integridade territorial da Somália. Analistas destacam que a decisão pode complicar relações diplomáticas e comprometer esforços de estabilidade na região.
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