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Infraestruturas de Portugal resolve a maioria dos cortes de estradas após tempestades

Infraestruturas de Portugal já resolveu mais de noventa por cento dos cortes de estradas provocados pelas tempestades, restando cerca de trinta interrupções

EN251 Mora-Vimeiro
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  • A Infraestruturas de Portugal já resolveu mais de 90% dos cortes de estradas causados pelas tempestades, cerca de 300 dos 346 registados; restam cerca de 30 interrupções.
  • No conjunto das redes rodoviária e ferroviária nacionais foram registadas mais de 4.200 ocorrências.
  • A intervenção média diária foi de cerca de 200 ações no terreno para desobstrução, reparação e reposição de sinalização.
  • O Governo autorizou uma verba extraordinária de 400 milhões de euros para a Infraestruturas de Portugal.
  • Na ferrovia, quase tudo já está ultrapassado; resta a circulação na Linha do Oeste (norte de Caldas da Rainha até Louriçal) e na Beira Baixa (Mouriscas A a Rodão).

A Infraestruturas de Portugal (IP) já resolveu mais de 90% dos cortes de estradas causados pelas tempestades, num total de cerca de 300 vias cortadas. Cerca de 30 interrupções permanecem ativas a 30 dias do pico de impacto.

Ao todo, a IP registou 346 cortes totais de via, restando 34 casos por resolver, o que indica 90% de melhoria. As redes rodoviária e ferroviária sofreram mais de 4.200 ocorrências no período.

O Governo explica que foram cerca de 200 intervenções diárias realizadas no terreno, para desobstrução, reparação de infraestruturas, estabilização de taludes, reposição de sinalização e garantia de segurança e circulação.

Situação atual por rede

Para responder às emergências, o Governo disse que a IP mobilizou todas as equipas e prestadores, com cerca de 2.000 operacionais, 622 viaturas, 13 limpa-neves e 31 equipamentos ferroviários pesados, em articulação com as autarquias.

Foi aprovada uma verba extraordinária de 400 milhões de euros, destinada à IP para acelerar as operações de recuperação. O caso mais crítico foi o colapso da A1, junto ao viaduto de Casais, em Coimbra, cuja circulação deverá estar reposta em cerca de 15 dias, com trabalhos da Brisa e apoio de entidades técnicas nacionais.

Na ferrovia, a maior parte das interrupções já foi ultrapassada. Ainda foram identificadas necessidades limitadas na Linha do Oeste, sul de Caldas da Rainha, e na Linha da Beira Baixa. A passagem na Linha do Oeste entre Caldas da Rainha Norte e Louriçal deverá reabrir hoje.

A linha Beira Baixa permanece interrompida entre Mouriscas A e Rodão, devido ao deslizamento de um talude próximo ao rio Tejo, que dificulta a intervenção pela proximidade da linha.

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