- O DECIR para o Baixo Alentejo, na fase Delta (01 julho a 30 setembro), resulta em 291 operacionais, 71 veículos e dois helicópteros bombardeiros ligeiros (HEBL) mais dois aviões bombardeiros médios (AVBM).
- A fase Delta é considerada a mais crítica do dispositivo deste ano.
- Na fase Bravo (15 a 31 maio), estão previstos 259 operacionais e 59 veículos, com HEBL e dois AVBM disponíveis.
- Na fase Charlie (01 a 30 junho), o dispositivo conta com 278 operacionais, 68 veículos, dois HEBL e dois AVBM.
- No ano passado, a GNR registou 341 ocorrências, 140 por negligência; em 2025 a região registou 2.697,29 hectares ardidos, com foco na mentalidade cívica para evitar riscos.
O dispositivo de combate a incêndios do Baixo Alentejo para a fase Delta envolve 291 operacionais, 71 veículos e quatro meios aéreos. A informação foi confirmada pelo comandante sub-regional da Proteção Civil. O objetivo é enfrentar a pior fase do período crítico.
Carlos Pica, comandante sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Baixo Alentejo, disse à Lusa que o cenário é muito idêntico ao do ano anterior, não prevendo reforços adicionais na vertente operacional. O DECIR define as ações por fases.
Dispositivo por fases
Na fase Bravo, de 15 a 31 de maio, há 259 operacionais (mais 54) e 59 veículos (mais 19), com um helicóptero bombardeiro ligeiro e dois aviões bombardeiros médios disponíveis. O objetivo é ataque inicial e ampliado.
Na fase Charlie, de 1 a 30 de junho, integram 278 operacionais (mais 38) e 68 veículos (mais 18), com dois HEBL e dois AVBM. A gestão do fogo mantém-se orientada para resposta rápida e coordenação entre meios.
Reforços e meios aéreos
Na segunda renovação, de 1 a 31 de outubro, o dispositivo contém 277 operacionais (mais 37), 69 meios terrestres (mais 19) e um HEBL. Na fase Delta, entre 1 de julho e 30 de setembro, entram 291 operacionais (mais 47), 71 veículos (mais 21), dois HEBL e dois AVBM.
Os operacionais são principalmente bombeiros voluntários, com participação da Força Especial de Proteção Civil e da UEPS da GNR, além de forças das Forças Armadas. Integram também o ICNF, sapadores florestais e trabalhadores da AFOCELCA.
Composição e logística
Quanto ao dispositivo aéreo, prevê-se a presença nos três centros de meios aéreos da região. Moura e Ourique devem receber helicópteros de ataque inicial; Beja terá uma parelha de aviões médios para ataque inicial e ampliado.
O DON define que os meios podem ser ajustados conforme alterações significativas do risco de incêndio. A diretiva visa assegurar organização, eficiência e articulação entre as forças em campo.
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