- Na madrugada de 6 de fevereiro, o restaurante de praia “O Banheiro”, em Labruge, Vila do Conde, ficou reduzido a cinzas após um incêndio.
- O proprietário, Rui Maia, perdeu o restaurante e a casa, não possuía seguro e ficou apenas com a roupa do corpo.
- Maia disse que metade do seu coração ficou no espaço, que era a sua vida e a de família e amigos.
- Amigos e clientes têm mostrado solidariedade, com a intenção de ajudar na reconstrução do restaurante.
- As causas do fogo encontram-se sob investigação pela Polícia Judiciária, com a hipótese de curto-circuito.
O empresário Rui Maia viu o seu restaurante ser consumido pelas chamas na madrugada de 6 de fevereiro, em Vila do Conde, na marginal de Labruge. O fogo ocorreu num espaço de madeira junto à praia, onde o empresário também vivia.
O estabelecimento, chamado O Banheiro, foi reduzido a cinzas. Rui Maia não tinha seguro, o que agrava os prejuízos, dado que o espaço servia de casa e de local de trabalho, segundo o próprio. O fogo aconteceu enquanto o empresário se encontrava no Algarve, com a família.
A polícia judiciária está a investigar as causas do incêndio, com a hipótese de curto-circuito a ser considerada. As autoridades já deslocaram-se ao local para perícias e recolha de informações.
Apesar da tragédia, a rede de solidariedade tem-se mostrado ativa junto de Rui Maia. Amigos e antigos clientes já manifestaram apoio e intenção de ajudar na reconstrução do negócio.
Rui Maia afirmou que pretende reerguer o restaurante, mantendo o foco nos trabalhadores e na comunidade que acreditava no projeto. O objetivo é restabelecer o Banheiro e apoiar quem já colaborou com o espaço.
O restaurante destruiu-se num episódio vivido numa madrugada de inverno, quando o espaço recebia apenas visitas nos fins de semana. O local fica situado na marginal de Labruge, numa área balnear de Vila do Conde.
Acompanhando o empenho de Rui Maia, muitos vizinhos aguardam informações sobre iniciativas de apoio à reconstrução e eventual reabertura do negócio, que representa uma parte significativa da memória local para quem frequenta a zona.
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