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Incêndio na Suíça: mais da metade das vítimas são menores

Mais de metade das vítimas são menores, entre 14 e 39 anos, incluindo 21 menores; investigação aponta para homicídio involuntário dos proprietários do bar

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Foto: Cyril Zingaro/EPA
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  • Foram identificadas todas as 40 pessoas mortas e o número de feridos no incêndio no bar Le Constellation, em Crans-Montana, na noite de Ano Novo, mantido em 116.
  • Entre os feridos estão 68 suíços, 21 franceses, 10 italianos, além de cidadãos de várias outras nacionalidades; 83 continuam hospitalizados.
  • As vítimas têm entre 14 e 39 anos, sendo 21 menores.
  • O Governo de Portugal confirmou a morte de uma cidadã portuguesa, Fany Pinheiro Magalhães, na tragédia.
  • Os proprietários do bar, um casal francês, são alvo de investigação por homicídio involuntário, com indícios iniciais de que velas incandescentes colocadas em garrafas de champanhe teriam tocado o teto; já foram ouvidos como testemunhas.

As identificações do incêndio no bar Le Constellation, em Crans-Montana, na Suíça, ficaram concluídas. O balanço aponta 40 mortos e 116 feridos, numa tragédia ocorrida na noite de Ano Novo. A polícia do cantão de Valais divulgou os dados.

Entre os feridos, 83 continuam hospitalizados. Nacionalidades representadas incluem 68 suíços, 21 franceses, 10 italianos, entre outros. Entre os falecidos estão 21 suíços e 9 franceses, com idades entre 14 e 39 anos, 21 deles menores.

A tragédia ocorreu às 1h30 do dia 1 de janeiro, no bar Le Constellation, resort de Crans-Montana. A polícia investiga possível homicídio involuntário atribuível a velas incandescentes colocadas em garrafas de champanhe que tocaram o teto.

Os proprietários do bar, um casal francês, Jacques e Jessica Moretti, já foram ouvidos pela autoridade. A investigação aponta que o fogo pode ter tido origem em velas utilizadas de forma inadequada.

Numa nota separada, o Governo português confirmou a morte de Fany Pinheiro Magalhães, cidadã de Portugal, desaparecida na tragédia. As condolências foram apresentadas tanto pelas autoridades suíças como pelo Estado português.

A polícia de Valais abriu uma investigação criminal aos proprietários, com possível imputação de homicídio involuntário. Fontes oficiais indicam que as diligências continuam para esclarecer exatamente as causas do incêndio.

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