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Imagem mostra o momento de início do incêndio na estância de esqui suíça

Investigações em curso após o incêndio em Crans-Montana; identificação das vítimas é demorada, com ADN e imagem 3D; até agora apenas um rapaz italiano de 16 anos foi identificado

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A imagem que está a correr mundo: o momento em que terá começado o incêndio na estância de esqui na Suíça
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  • O incêndio na estância de esqui Crans-Montana, na Suíça, já deixou mais de quarenta mortos e mais de cem feridos, incluindo pelo menos um menor, durante a passagem de ano.
  • Circula uma imagem que mostra o momento em que o fogo terá começado no teto do bar Le Constellation, com garrafas de champanhe e velas em formato de foguete.
  • A investigação está em curso para apurar se houve falhas de segurança; tudo indica início acidental e há relatos de pânico entre os presentes, com uma porta de apenas 1,5 metros para várias centenas de pessoas.
  • A identificação das vítimas é complexa: o fogo destrói impressões digitais, rosto e crânio, sendo usados 3D e ADN; até ao momento, apenas um rapaz italiano de 16 anos foi identificado.
  • O único caso já formalmente identificado é o de Emanuele Galeppini, um golfista italiano de 16 anos.

A tragédia ocorrida na estância de Crans-Montana, Suíça, deixou mais de 40 mortos e acima de 100 feridos na passagem de ano. O fogo teve início num bar daquelas instalações, provocando uma rápida propagação e pânico entre os presentes. A investigação está em curso para apurar as causas e possíveis falhas de segurança.

Imagens que circularam mostram o momento do início do incêndio, associadas a garrafas de champanhe perto do teto, decorado com velas. O fogo parece ter avançado pela espuma que revestia o teto do bar Le Constellation. Vítimas e testemunhas permanecem sob proteção de autoridades.

Entre os sobreviventes, relatos de pânico revelam portas estreitas e falhas de evacuação. Um dos relatos descreve pessoas a baterem nas janelas na tentativa de saída, enquanto muitas ficaram presas ou feridas de forma grave.

Identificação das vítimas

A identificação das vítimas é complexa, com uso de ADN e imagiologia 3D. O responsável pela Medicina Forense destaca que queimaduras comprometem impressões digitais, rosto e cabelo, tornando o reconhecimento mais exigente.

A equipa forense aponta para a necessidade de recorrer a métodos adicionais para confirmar identidades, já que ainda não se sabe o número exato de presentes. Este processo pode prolongar-se nos próximos dias.

Até ao momento, a única vítima formalmente identificada é um jovem italiano de 16 anos, golfista, cuja família já foi informada. As autoridades não divulgaram novas identidades enquanto as perícias avançam.

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