- O Movimento Democrático de Mulheres (MDM) promoveu manifestações em 16 cidades para exigir dignidade e igualdade de direitos.
- Entre as reivindicações estão a luta contra a desigualdade salarial, a melhoria dos serviços públicos e a resposta rápida para reconstrução de concelhos afetados pelo mau tempo.
- Os públicos defendem o Serviço Nacional de Saúde, melhores salários e horários de trabalho que compatibilizem com a vida familiar, sem precariedade.
- Os eventos decorreram em cidades como Lisboa, Porto, Faro, Santiago do Cacém, Portalegre, Torres Novas, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu.
- Em Lisboa, há uma marcha da Plataforma Feminista pela libertação das mulheres, com foco em direitos sexuais e reprodutivos, igualdade salarial e combate à violência de género.
O Movimento Democrático de Mulheres (MDM) promoveu este domingo manifestações em 16 cidades do país. A ação visa uma mobilização coletiva pela dignidade e igualdade de direitos, com foco na desigualdade salarial e na proteção contra a violência.
As participantes denunciam baixos salários, degradação dos serviços públicos e a necessidade de respostas rápidas para a reconstrução de concelhos afetados pelo mau tempo. O objetivo é defender um Serviço Nacional de Saúde robusto e horários de trabalho compatíveis com a vida familiar.
Sob o lema Vida com dignidade. Direitos com igualdade, o MDM convoca mulheres de todas as idades e profissões para uma jornada de afirmação e luta, com reivindicações claras para cumprir a lei e melhorar as condições de vida.
Lisboa, Porto, Faro, Santiago do Cacém, Portalegre, Torres Novas, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu integram a lista de locais com eventos marcados. Em Lisboa, a marcha ocorre também com a participação de uma Plataforma Feminista.
Contexto e objetivos
Várias associações associadas à Plataforma Feminista discutem avanços em direitos sexuais, reprodutivos e igualdade salarial. O grupo afirma que ainda existem conquistas por fazer na luta contra a violência de género.
A plataforma lançou um manifesto que ressalta a necessidade de endurecer ações contra o fascismo e de reforçar políticas públicas direcionadas à igualdade de género.
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