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Ex-enfermeira homicida deportada por estar ilegal

Ex-enfermeira condenada por homicídio será deportada da Indonésia para Portugal, após entrar como turista e trabalhar clandestinamente; Interpol envolve o caso

Mariana Fonseca
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  • Mariana Fonseca, ex-enfermeira condenada a 23 anos de cadeia pela morte do engenheiro informático Diogo Gonçalves, deverá ser deportada da Indonésia para Portugal nas próximas semanas.
  • Entrou na Indonésia como turista e trabalhava de forma clandestina, sendo tratada como imigrante ilegal por não existir acordo de extradição entre os dois países.
  • O processo de deportação arranca já nesta segunda-feira, com Mariana apresentada às autoridades judiciárias; seguirá para Lisboa sob escolta da Interpol.
  • À chegada a Portugal, ficará detida pela Polícia Judiciária e inicialmente encaminhada para a cadeia de Tires.
  • A Interpol já tinha emitido um Alerta Vermelho; Mariana foi detida na quinta-feira num café onde estaria a trabalhar.

Mariana Fonseca, antiga enfermeira condenada a 23 anos pela morte do engenheiro informático Diogo Gonçalves, está prestes a ser deportada da Indonésia para Portugal. A decisão decorre de a acusada ter entrado no país como turista e ter trabalhado de forma clandestina, sem acordo de extradição com Portugal.

O governo indonês trata Mariana como imigrante ilegal devido ao visto de turismo utilizado e à atividade laboral não autorizada. O processo de deportação deverá arrancar já nas próximas semanas, com a apresentação das autoridades judiciárias no âmbito do processo.

A operação envolve a Interpol, que já havia emitido um alerta vermelho, e deve culminar com a travessia para Lisboa, acompanhada por elementos da Interpol e da Polícia Judiciária. A jovem deverá ser detida à chegada.

A defesa inicial descreveu o quadro como de deportação, com Mariana a cumprir previamente em um centro de detenção temporária para imigrantes ilegais ou à espera de deportação. O desfecho final depende de autorizações locais.

A situação temático ligado ao caso remonta a informações anteriores de que a família de Mariana viajou para a Tailândia, alegando férias, após deslocação de Faro a Munique e depois a Amesterdão. Nos Países Baixos, tinham adquirido bilhetes para a Tailândia, país onde Mariana já seria procurada pelas autoridades.

A Interpol lançou o alerta vermelho quando a investigação ganhou contornos internacionais, levando à detenção na Indonésia, numa altura em que continuavam os procedimentos legais para a extradição. A data precisa do início da deportação está prevista para esta segunda-feira.

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