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Ucrânia pede reforços para defesa aérea; Rússia ameaça Kiev

Ucrânia pede reforços de defesa aérea e sanções, após ataque que deixou dezenas de mortos em Kiev e intensifica alerta para vulnerabilidades

Operacionais dos serviços de emergência combatem um incêndio após um ataque russo a Kiev, em 2 de julho de 2026.
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  • Um ataque noturno contra Kiev deixou pelo menos 20 mortos e atingiu vários edifícios residenciais e infraestruturas civis, com o número total ainda incerto.
  • Kiev pediu aos parceiros ocidentais decisões rápidas sobre defesa aérea e sanções, após o ataque com mísseis e drones russos.
  • O ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Andrii Sybiha, chamou o presidente russo de criminoso de guerra e pediu responsabilização internacional.
  • Diplomatas ucranianos disseram ter informado aliados da NATO sobre o ataque, com a cimeira de Ancara marcada para a próxima semana.
  • A Rússia informou que vai intensificar a campanha contra a Ucrânia para atingir os seus objetivos.

Um ataque noturno contra Kiev deixou pelo menos 20 mortos, segundo autoridades locais, com o número a poder aumentar. Mísseis e drones russos atingiram vários edifícios residenciais e infraestruturas civis, num dos ataques mais intensos dos últimos meses.

O Governo Ucraniano pediu aos parceiros ocidentais ações rápidas sobre defesa aérea e sanções, alvo de críticas à organização e coordenação das resposta. O ministro dos Negócios Estrangeiros, Andrii Sybiha, descreveu os ataques como crimes de guerra e pediu responsabilização internacional.

Sybiha reforçou a necessidade de sistemas de defesa aérea e mísseis intercetores, afirmando que as decisões devem ser tomadas já, sem atrasos. Informou que informações dos ataques já foram repassadas aos aliados da NATO.

Fontes diplomáticas ucranianas, citadas pela Euronews, disseram que a informação foi partilhada com aliados da NATO, que se preparam para a cimeira a decorrer em Ancara na próxima semana.

Kiev tem destacado que ataques com mísseis balísticos ampliam a percepção de risco entre os parceiros, mostrando vulnerabilidades na defesa aérea. A distância entre noites com sistemas ativos e com apenas parte dos mísseis interceptados é apresentada como motivo de preocupação.

Da parte russa, o Kremlin não sinalizou mudança de estratégia. Após o ataque a Kiev, Dmitry Peskov afirmou que a Rússia vai intensificar a campanha para alcançar os seus objetivos. Não houve indicação de abrandamento.

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