- Israel e o Hezbollah chegaram a um cessar-fogo esta sexta-feira, segundo três diplomatas citados pela Associated Press.
- O acordo foi alcançado durante negociações mediadas pelo Qatar.
- O cessar-fogo ocorre após intensos intercâmbios de fogo; pelo menos 18 pessoas morreram no sul do Líbano.
- O ministro israelita da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir, afirmou que desejava o Líbano “todo a arder” após a morte de quatro soldados do Tsahal em ações do Hezbollah.
Israel e o Hezbollah chegaram a um acordo de cessar-fogo nesta sexta-feira, durante negociações mediadas pelo Catar, segundo três diplomatas citados pela agência Associated Press. O acordo envolve as forças israelitas e o grupo islâmico apoiado pelo Irão, na sequência de intensas trocas de fogo.
O cessar-fogo surge após vários dias de confrontos entre as partes que provocaram danos e perdas na região do sul do Líbano. Pelo menos 18 pessoas morreram nos ataques israelitas nessa área, segundo relatos locais e de agências de notícias.
Entre os envolvidos, além de Israel e Hezbollah, estão os mediadores do Catar e fontes diplomáticas que acompanham as negociações. O episódio ocorre num contexto de escalada regional, com impactos humanitários e diplomáticos.
O Governo israelita, representado pelo ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir, manifestou, no entanto, uma posição dura, afirmando o desejo de resposta contundente após a morte de quatro soldados do Exército de Israel em ações do Hezbollah. A declaração tem sido recebida com cautela por analistas e contradiz os esforços de contenção.
Acordos de cessar-fogo como este visam reduzir a escalada de violência na fronteira e permitir espaço para negociações. Autoridades envolvidas pretendem evitar novas vítimas civis e estabilizar a região, mantendo o foco em vias diplomáticas previstas pelo oan mediadores.
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