- O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse que o Exército de Israel ficará no sul do Líbano “tempo que for necessário” para proteger o norte do país.
- O ministro da Defesa, Israel Katz, avisou de uma resposta com força considerável a qualquer ataque do Hezbollah, aliado do Irão.
- As Forças de Defesa de Israel anunciaram a morte de quatro soldados no sul do Líbano, após um drone explosivo atingir um tanque.
- O Ministério da Saúde Pública do Líbano contabilizou dezoito mortos e mais de trinta feridos numa nova série de bombardeamentos israelitas no sul do país.
- O ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben-Gvir, declarou que “todo o Líbano deve arder” em retaliação aos ataques.
O primeiro-ministro de Israel afirmou que o Exército permanecerá no sul do Líbano “o tempo que for necessário” para proteger as regiões do norte. Netanyahu disse também que o Hezbollah vai pagar um preço muito elevado pela morte de quatro militares israelitas.
As Forças de Defesa de Israel (FDI) informaram ter perdido quatro soldados em operações no sul do Líbano, após serem atingidos por um projétil drone explosivo que atingiu um tanque. O nome do tenente-coronel Dor Gedalya foi divulgado; os outros nomes não foram revelados.
O ministro da Defesa, Israel Katz, avisou que haverá uma resposta com força considerável a qualquer ataque do Hezbollah. O Ministério da Saúde libanês contabilizou 18 mortos e mais de 30 feridos numa nova vaga de bombardeamentos feitos pelo Exército de Israel.
Em comunicado, Itamar Ben-Gvir, ministro da Segurança Nacional, declarou que “todo o Líbano deve arder” após a morte dos soldados. O texto ressalva que não houve confirmação oficial sobre a identidade dos demais militares falecidos ou feridos.
Na noite de sexta-feira, outro ataque com drone explosivo no sul do Líbano deixou um oficial da reserva ferido gravemente e três soldados feridos, entre reservistas e no ativo. Não há detalhes adicionais sobre as identidades.
Estas foram as primeiras perdas israelitas desde o memorando de entendimento entre Washington e Teerão, assinado no domingo, que visa encerrar a guerra em várias frentes, incluindo no Líbano, onde Israel enfrenta o Hezbollah, aliado do Irão.
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