- Em 19 de junho, novos ataques russos atingiram as regiões ucranianas de Kharkiv e Odessa, causando ferimentos e danos a habitações e veículos.
- Na região de Kharkiv, dez pessoas ficaram feridas, incluindo quatro crianças, após bombas aéreas guiadas russas atingirem vários locais; um armazém incendiou-se e houve fumo intenso.
- bombeiros trabalharam pela manhã para controlar o fogo, com danos a cerca de quarenta casas e a vários veículos nas imediações.
- No sul, na região de Odessa, uma pessoa morreu e outras quatro ficaram feridas após um ataque alcançar o distrito de Bilhorod-Dnistrovskyi; dois camiões-cisterna de combustível e um camião-cisterna de gás incendiaram-se nos arredores.
- As autoridades sublinham que os combates continuam em várias frentes e que infraestruturas civis permanecem vulneráveis a ataques de longo alcance.
O que aconteceu neste sábado, 19 de junho, foram novos ataques russos contra zonas urbanas da Ucrânia, com impacto nas regiões de Kharkiv e Odessa. As autoridades ucranianas confirmaram vítimas e danos a infraestruturas civis, num cenário de combates contínuos em várias frentes.
Na região de Kharkiv, dez pessoas ficaram feridas, entre as quais quatro crianças, após bombas aéreas guiadas russas alcançarem vários locais. Um ataque incendiou um armazém, gerando fumo denso que se espalhou pelos arredores. Bombeiros trabalham para conter o fogo e recuperar a área. Além disso, houve danos em cerca de 40 casas e em vários veículos.
No sul, na região de Odessa, registou-se uma vítima mortal e quatro feridos no distrito de Bilhorod-Dnistrovskyi. Dois camiões-cisterna de combustível e um camião-cisterna de gás, estacionados nas imediações de uma localidade, incendiaram-se, levando a uma grande operação de combate às chamas.
Contexto e resposta de emergências
As autoridades destacam que as infraestruturas civis continuam vulneráveis a ataques de longo alcance, num momento em que os combates prosseguem em várias frentes. As equipas de emergência mantêm ações de combate a incêndios e de apoio às famílias afetadas, enquanto as forças de segurança aguardam novas instruções para assegurar áreas residenciais e vias de acesso.
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