- O ministro da Segurança Nacional de Israel disse que “todo o Líbano deve arder” após a morte de quatro soldados israelitas.
- O Exército de Israel informou que os militares morreram em combate, quando o carro de combate em que seguiam foi atingido numa operação perto de Kfar Tebnit.
- Uma das vítimas foi identificada: o tenente-coronel Dor Gedalia Ben Simhon, 32 anos, comandante do 52.º Batalhão da 401.ª Brigada Blindada.
- As mortes ocorreram dias depois de um acordo preliminar entre Estados Unidos e Irão, que prevê suspensão de atividades militares, incluindo no Líbano.
- Ben-Gvir voltou a gerar polémica ao publicar, em maio, vídeos em que repreende ativistas detidos da Global Sumud Flotilla, numa demonstração de força.
O ministro israelita da Segurança Nacional declarou que o incidente no sul de Israel resultou na morte de quatro soldados. As Forças Armadas indicaram que as baixas ocorreram em combate, após o veículo de combate ter sido atingido durante uma operação perto de Kfar Tebnit.
Entre as vítimas está o tenente-coronel Dor Gedalia Ben Simhon, de 32 anos, comandante do 52.º Batalhão da 401.ª Brigada Blindada. As autoridades israelitas confirmaram que os militares morreram no local do embate.
A morte dos soldados ocorreu dias depois de um acordo preliminar entre Estados Unidos e Irão, visando suspender atividades militares na região, incluindo no Líbano, segundo o que foi divulgado pelas partes envolvidas.
Itamar Ben-Gvir, ministro encarregado da Segurança Nacional, publicou nas redes sociais uma mensagem dura em resposta ao incidente, afirmando que o sangue dos filhos de Israel não é negociável e que a defesa do país é prioridade. A afirmação gerou controvérsia entre esta e outras frentes políticas.
O breve conflito, que envolve o sul de Israel e áreas próximas, mantém-se sob observação das autoridades locais e internacionais, com expectativas de novos comunicados conforme o seguimento dos acontecimentos na região.
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