O Exército israelita confirmou que um soldado morreu em combates no sul do Líbano, na véspera, durante confrontos que também feriram sete militares. O sargento‑mor Alexander Filin, 29 anos, foi descrito como tendo “caiu em combate”. Um oficial, um oficial na reserva e um soldado na reserva ficaram feridos com gravidade média.
Além disso, o comunicado do Exército indica ainda ferimentos médios a dois soldados da reserva e a uma militar da reserva. Em contrapartida, dois sargentos de combate ficaram feridos com gravidade leve e uma outra militar da reserva sofreu ferimentos leves.
No plano diplomático, EUA e Irão assinaram na quarta‑feira um memorando de entendimento para pôr termo à guerra no Médio Oriente, com a suspensão dos combates em todas as frentes, incluindo o Líbano. Ora, negociações discretas entre Israel e Washington procuram manter a presença israelita no Líbano, alegadamente para defender o território contra ameaças do Hezbollah.
Entretanto, o Irão avisou, na quinta‑feira, que a continuidade da presença israelita no Líbano pode contrariar o acordo com os EUA, colocando em risco o processo diplomático em curso. O Líbano já foi arrastado para o conflito desde o ataque do Hezbollah, em apoio ao Irão, em 2 de março.
Um ataque de drone israelita no sul do Líbano matou uma pessoa e feriu gravemente outra, de acordo com a National News Agency, citando meios estatais libaneses. O alvo foi um automóvel na região de Kfar Tebnit.
Segundo informações oficiais, o Líbano contabiliza mais de 3.800 mortos no conjunto da campanha de ataques aéreos israelitas e da invasão terrestre. Do lado israelita, são 31 soldados e um civil mortos desde o início da ofensiva no território libanês.
As autoridades de Beirute indicam ainda que mais de 10.000 pessoas ficaram feridas e mais de um milhão foram deslocadas internamente. As Nações Unidas apelam à cessação dos ataques, destacando a gravidade da crise humanitária no país.
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