- O preço do petróleo subiu cerca de cinco por cento, com a subida a só ter sido contornada quando o Irão e Israel deram por encerradas as operações militares.
- Os constrangimentos no estreito de Ormuz, com os Estados Unidos a bloquear a entrada e saída de petroleiros de portos iranianos e o Irão a impedir a circulação de embarcações de países aliados, dificultam a normalização do mercado.
- O Citigroup alertou que o preço do petróleo pode alcançar os 150 dólares por barril se o estreito não for aberto até ao final do mês.
- A gestão de Ormuz é um dos pontos-chave das negociações de paz entre os Estados Unidos e o Irão, com outros temas como o programa nuclear iraniano e a retirada de tropas israelitas do sul do Líbano em discussão.
- Os houthis anunciaram a entrada no conflito, reivindicando o lançamento de mísseis contra Jaffa e proibindo a entrada de navios comerciais ligados a Israel no mar Vermelho.
Os preços do petróleo subiram cerca de 5% após os últimos desenvolvimentos no Médio Oriente, impulsionados pela intensificação do conflito. A oscilar, a cotação manteve-se abaixo dos 100 dólares, valor que já tinha sido alcançado durante o conflito.
A escalada ocorre num contexto de restrições no estreito de Ormuz, com o blocoio de entradas e saídas de petroleiros por parte dos EUA e a oposição iraniana a navios de países aliados. A normalização do mercado permanece condicionada.
O Citigroup informou que, se o estreito não abrir até ao fim do mês, o preço pode chegar a 150 dólares por barril. Este tema é central nas negociações entre EUA e Irão, que envolvem também o programa nuclear, entre outros pontos.
Entrada dos Houthis e impacto regional
Os Houthis do Iémen anunciaram a entrada formal no conflito, em linha com a prática de escalada regional. Ao início da manhã, reivindicaram ataques com mísseis contra Israel, no vosso apoio à escalada.
Os rebeldes proibiram a entrada de navios comerciais ligados a Israel no mar Vermelho, alegando ações coordenadas com outras frentes do eixo da jihad. A medida aumenta as restrições logísticas na região e repercute no comércio marítimo.
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