- O Irão acusa os EUA de violarem o cessar-fogo nas últimas 48 horas na região de Hormozgan, sem detalhar os incidentes.
- O Centro de Comando dos Estados Unidos para o Médio Oriente (Centcom) disse ter atacado, durante a noite, locais de lançamento de mísseis no sul do Irão, alegando autodefesa para proteger tropas.
- O Centcom afirmou que os ataques visaram locais de lançamento de mísseis e embarcações iranianas envolvidas em tentativas de colocar minas perto do Estreito de Ormuz.
- A Guarda Revolucionária do Irão afirmou ter abatido um drone norte-americano e disparado contra aviões que tentavam penetrar no espaço aéreo.
- A China pediu respeito pelo cessar-fogo e manteve o apelo ao diálogo, num contexto de negociações entre Washington e Teerão para um acordo, reconhecendo divergências em alguns pontos.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irã acusa os EUA de violar o cessar-fogo nas últimas 48 horas, na região de Hormozgan. O comunicado não detalha a natureza dos incidentes nem se houve feridos.
O Centcom informou ter atacado durante a noite alvos no sul do Irão, alegações de locais de lançamento de mísseis e de embarcações envolvidas em tentativas de colocar minas no Estreito de Ormuz. A operação é apresentada como autodefesa.
A Guarda Revolucionária teria abatido um drone norte‑americano e disparado contra aviões que entravam no espaço aéreo iraniano, segundo o governo iraniano. Pequim pediu respeito pelo cessar-fogo e manteve o apelo ao diálogo.
Reação internacional
A China pediu que as partes cumpram o cessar-fogo e mantenham o diálogo para evitar a escalada. O diplomático esforço acontece numa janela de negociações entre Washington e Teerão para um acordo que encerre o conflito, com divergências persistentes.
As autoridades chinesas reiteraram a importância de resolver divergências por meios pacíficos, considerando as preocupações de todas as partes envolvidas. O contexto envolve intensificação de contactos entre EUA e Irão.
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