- A Rússia pediu a residentes estrangeiros e a diplomatas que deixem Kiev, dizendo que planeia lançar ataques sistemáticos a instalações militares e centros de decisão na capital.
- O alerta surge um dia após um dos maiores ataques contra Kiev desde 2022, com mísseis e drones que resultaram em pelo menos duas mortes e 91 feridos.
- O Ministério dos Negócios Estrangeiros russo afirmou que os ataques visariam instalações militar-industriais em Kiev e postos de comando, e pediu a retirada de estrangeiros e de missões internacionais.
- O Presidente Vladimir Putin alegou que o ataque foi uma retaliação a uma ofensiva ucraniana que matou 21 pessoas numa escola profissional na região de Lugansk.
- Mais de setenta embaixadores visitaram os locais atingidos, incluindo casas, edifícios residenciais e um mercado destruído, onde moradores expressaram perdas de habitação e rendimento.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia pediu aos residentes estrangeiros e aos diplomatas que vivem em Kiev que deixem a cidade, afirmando que planeia lançar ataques adicionais contra a capital ucraniana e os seus centros de decisão. O aviso surge após um dos maiores bombardeamentos contra Kiev desde 2022.
O ataque de domingo causou pelo menos duas mortes e mais de 90 feridos, com uso de mísseis e drones de grande alcance. A lega russa aponta que as Forças Armadas vão atacar instalações militar-industriais em Kiev.
Contexto internacional
O chefe da Administração Municipal de Kiev informou sobre os danos materiais, com uma subida de feridos para 91. Autoridades locais destacam destruição em casas, estrtuturas e um mercado. Em visita, mais de 70 embaixadores estiveram nos locais afetados para avaliar os impactos.
Desportos humanos e resposta
Vendedores locais relatam perda de comércio e habitação, com pedidos de indemnização através da aplicação Diia, demonstrando a urgência da recuperação. O governo ucraniano sublinha a necessidade de apoio rápido para reconstrução das áreas atingidas.
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