- Um ataque com drones atingiu uma escola e residência de estudantes em Starobilsk, Lugansk, causando pelo menos seis mortos e 39 feridos, entre os quais vários adolescentes; 15 pessoas estão desaparecidas.
- O ataque ocorreu num órgão educativo que acolhia jovens entre 14 e 18 anos; no edifício estavam 86 adolescentes no momento.
- O governo da Rússia qualificou o feito como “crime monstruoso” e afirmou que o Ministério da Defesa vai preparar uma resposta; acusa Kiev de visar civis.
- Kiev nega ter visado instalações civis e afirma ter bombardado um “quartel-general” de uma unidade militar russa na região.
- Moscovo anunciou ainda que as defesas aéreas tinham abatido 217 drones ucranianos durante a madrugada de sexta-feira.
Na madrugada de sexta-feira, um ataque com drones atingiu uma escola e uma residência de estudantes em Starobilsk, na região de Lugansk, território ucraniano sob controlo russo. O ataque resultou em pelo menos seis mortos e 39 feridos, entre eles vários adolescentes. Existem 15 desaparecidos que podem indicar novas vítimas.
Segundo informações do Kremlin, o ataque foi apresentado como um crime monstruoso contra civis, com a promessa de uma resposta por parte do Ministério da Defesa. Moscovo sustenta que não havia instalações militares na área próxima aos alvos civis.
A versão ucraniana, apresentada pelo Estado-Maior, indica que as forças de Kiev bombardearam um quartel-general de uma unidade russa na região, o que desqualifica a intenção de atingir apenas alvos civis. O Kremlin afirma que não existem instalações militares perto da residência.
Desdobramentos e avaliação
Defesas aéreas russas afirmaram ter abatido 217 drones ucranianos durante a madrugada, em referência ao período do ataque. A comunicação oficial destaca a necessidade de investigação para apurar responsabilidades e evitar novas vítimas civis.
As autoridades locais de Lugansk não divulgaram dados adicionais sobre as condições de acesso a ajuda humanitária ou sobre o andamento de operações de resgate. Ainda não há confirmação oficial sobre a eventual reclassificação da área como zona de combate.
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