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Confrontos marcam protestos de ultraortodoxos contra serviço militar em Israel

Protestos de milhares de judeus ultraortodoxos em Israel contra o serviço militar obrigatório provocam bloqueios de estradas e ferrovias, num contexto de escassez de militares

Confrontos e caos marcam protestos de milhares de judeus ultraortodoxos em Israel contra serviço militar obrigatório
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  • Dezenas de milhares de judeus ultraortodoxos manifestaram-se em várias cidades de Israel contra o recrutamento obrigatório para as Forças Armadas.
  • Os protestos provocaram bloqueios de estradas e de linhas ferroviárias no país.
  • A ação ocorre numa altura de crescente escassez de militares em Israel.
  • A cobertura foi feita pela Associated Press (AP).
  • O evento teve lugar a 2 de junho de 2026.

Milhares de judeus ultraortodoxos realizaram protestos em várias cidades de Israel, manifestando-se contra o serviço militar obrigatório. Os protestos decorreram esta segunda-feira, em meio a avaliações sobre a necessidade de recrutamento forçado nas Forças Armadas.

Os levantamentos provocaram bloqueios de estradas e interrupções em linhas ferroviárias, refletindo a oposição a uma obrigação que afeta comunidades que praticam a separação entre estudo religioso e serviço militar. Não houve confirmação de feridos no momento.

Segundo as autoridades, o país enfrenta uma escassez crescente de militares, o que torna a oposição ao recrutamento ainda mais complexa do ponto de vista político e social. As autoridades pedem contenção para evitar confrontos adicionais.

Contexto

O movimento ultraortodoxo em Israel tem histórico de resistência ao serviço militar, citando a importância do estudo religioso e a proteção de tradições. Os protestos de hoje mostram a continuidade dessa posição diante de mudanças demográficas e de segurança.

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